* Cs 31 / M 15/ D 12

(...)

E só queria que estivesses aqui e dissesses "Vai tudo correr bem!". Fazes-me falta de uma forma tão exponencial, tão pura, tão inocente, tão simples...

* Cs 30/ D 11


Não é o sol nem o mar, nem o verde, nem o azul dos meus Açores mas deu para passar um excelente dia. Passeei, pensei, apanhei sol, tirei fotografias, estive comigo...

20 de Fevereiro

* Cs 29 / C 4 / D 10 / M 14 / R 22

Eu não consigo escrever (descrever) como nos sentimos hoje depois daquela aula. Não há forma de o descrever. Só o quero mencionar, não para que não o esqueça (porque é impossível de esquecê-lo), mas para que fique registado que existem pessoas como aquele senhor que nos fazem ter a certeza que há um caminho para cada um, que cada um pode perseguir os seus sonhos, pode sonhar sempre, pode andar ” perdido” nos sonhos, pode viver e passar por muito e ser feliz…

Quem sempre disse que aquele senhor é imensamente feliz?

(Sorrisos a sair da faculdade, expressões de que acreditamos em nós, a gritar nos corredores que vamos ser assim felizes, completados por um almoço digno de muitos sorrisos grandes em Belém…)


Obrigada!

13 de Fevereiro

* A 5/ Cs 28 / R 21

Serei a única pessoa no mundo que não quer ser rica?

Comentários como “Sim, ele é feliz… Tens razão. É rico!” deixam-me com vontade de… (nem sei bem o quê)… talvez “vomitar”. :S

Sê rica e feliz (já que para ti são sinónimos).

19 de Janeiro (17h-18h)

* Cs 27/ D 9/ M 13/ A 4

Foi hoje! No seguimento, não propositado, do post de ontem, foi hoje!! Aliás, o post de ontem não foi propositadamente colocado para ser seguido por este de hoje (eu não podia controlar o senhor que disse o que disse em Algés).


Foi há pouco que Obama jurou sobre a Bíblia e fez o discurso como 44º presidente dos EUA. A minha geração, mais do que as que vivem no mundo há mais tempo, tem esperança… Esperança… que ele (e outros) não a destruam é o que lhe pedimos (e aos outros). Nós, pelo menos alguns, vamos fazer a nossa parte.

18 de Janeiro (17h)
* Cs 26/ P 2/ R 20

“É o país que nos deram… um país de bananas, governado por sacanas. É o país que temos…” – senhor (velho) na paragem do 750, Algés, por volta das 13h e sobre as condições da dita paragem.

Não, meu senhor. Não é “o país que temos” mas o país que SOMOS… E se somos um país de bananas como disse, a si, à sua geração também o devemos. Qual guerra colonial, qual 25 de Abril a que assistiram e do qual, supostamente, fizeram parte e comungaram das ideias de construção de um novo país…

Se somos um país de bananas devemo-lo aos jovens cheios de ideias novos, de ideais de mudança e construção de um mundo melhor – vá, de um país, pelo menos – (como nós agora) que, no entanto, “morreram”…

E o que quer de um país de bananas, meu senhor? É fácil! Eu, jovem (criança para si ou ainda causadora da desgraça moral, dos costumes, etc. – porque os jovens são-no, na opinião de grande parte das pessoas da sua geração) do século XXI, respondo-lhe. Quando num país são todos bananas, como é possível que os governantes não o sejam? Eu não comungo consigo o facto de sermos um país onde todos são bananas mas consigo-lhe explicar aquilo que não percebe. A diferença de nomeação entre “bananas” e “sacanas” deve-se a que, quando o poder sobre, os “elogios” instalam-se…

É esse país que nós somos… mas, e por mim, é esse o país que eu sei que não quero. Mas tantos antes de mim já o disseram (como o senhor concerteza também) e… vejam o que conseguiram. O nosso país é isto! E não “o nosso país tem isto”! Mas é isto que cada um pode mudar, lutando. Eu não sou iludida o suficiente para pensar que um dia pode tudo mudar… mas falo por mim. E falando por mim digo que este não é o país que eu quero ser.

Explicação (da ausência)

Este é o 3º post do ano mas não pensem que sou desleixada para o blog. O que aconteceu foi que estive com o computador avariado. Em meados de Janeiro fui para a worten com ele depois de tentar fazer uma formataçãozita cá por casa (porque ele estava sempre a bloquear) com as indicações do meu maninho (ao telemóvel). 2 semaninhas. Telefonema. “O seu computador precisa de ir para a fábrica. Pensamos tratar-se de um problema de disco rígido que terá que ser substituído. Diga-me uma coisa. Ele está dentro da garantia?” E lá foi ele (sim, até Dezembro está na garantia).
Entretanto o meu pai trouxe-me o dele (sim, porque o meu pai já esteve cá). Não apareci entretanto aí sim por um bocadinho de preguiça. 1 ano com internet móvel deixou-me preguiçosa para estar à secretária para ter internet (“my fault”).
Mas não se pense que não pensei no blog. Vou cá escrever o que escrevi num caderno (no fim do caderno do primeiro semestre) ao longo destes tempos que estive sem computador e sem cá passar. Vou colocar a data em que escrevi no início do post.