pois... (agora é que já não sei que título isto deve ter)

Estou farta do template deste blog.
Passarinhos e florzinhas nem sempre combinam comigo e agora não combinam absolutamente nada.

Problemas, falta de tempo, "férias" de Natal em aproximação veloz e tanto para fazer antes e durante.
Quem me manda andar a ver as actualizações das redes sociais e perceber que é cada vez mais aquilo que nos separa do que aquilo que nos une?
O que me dá força, muita força, é saber que um dia eu vou. E não vou passear. Vou viver.

Eu já me decidi a esquecer. E já foi há quase 1 mês. Já estive mais longe mas posso ter, tenho direito a isso,  algumas "recaídas".

nunca digo esta palavra correctamente e isso irrita-me profundamente


ZÂNGÃOS

fdp do tráfego da internet

Estou novamente a usar a net do senhor SMC. Hoje está, felizmente, incrivelmente mais rápida.
Raios partam este tarifário! Grrr!

É também lixado já não ter happy hour e pensar que a tinha, gastando mais dinheiro por causa disso o mês passado.

Eu quero um tarifário de jeito para utilizadores frequentes de internet, sff.
(Vai à loja da vodafone, Julie, e muda o tarifário. - É a única solução)

[Se eu não aparecer cá antes de 8 de Dezembro é porque não consegui roubar mais net ao vizinho.]

De Novembro aproveitam-se as castanhas assadas.

Eu gosto tanto deste mês que não tenho nada que escrever, não me apetece escrever nada porque nem tenho assunto.
Gosto do Inverno sim. Mas Inverno de Dez-Jan-Fev. Inverno de Novembro é triste, é chuvoso, é sombrio. Novembro é triste, chuvoso, sombrio, depressivo só por si mesmo. O melhor é mesmo quando está a acabar e começamos a pensar no Natal, nos dias em casa, etc.
De Novembro só se aproveitam as castanhas assadas.

pior, muito pior que isto é dar-se pelo erro depois de o trabalho ser entregue. :S

quando os profs são simpáticos I

Ontem, 22 de Novembro, 13h15:

Eu - Boa tarde professora.
Prof - Hum... boa tarde. [prof a olhar para mim como se eu fosse um ET]

Prof - Júlia?
Eu - Diga.
Prof - Estava só a confirmar que sabia o seu nome.
Eu - Então está confirmado. Sabe o meu nome. [sorriso]
Prof - Não é muito difícil. É um nome invulgar numa cara invulgar. [sorriso]
Eu - Hum, obrigada professora. [sorriso]

Hum, como eu gosto quando eles tentam ser simpáticos, dizem coisas simpáticas e sorriem. É simpático, não é simpático?

ia-me dando o "badagaio" hoje no supermercado

quando vi uma capa de revista que dizia o seguinte: "Ator sai da clínica de reabilitação após 2 meses [ou lá o quê]".
Até fui procurar por esse título para que vocês possam ver -» Lux.
Estou muito agradecida por estar explícito que foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

E ia-me dando algo mauzinho porque percebi que, na prática, eu também já escrevo com erros. O português que eu aprendi como correcto e sem erros já não o é mais.


"Take time to realize/ (...) what I just realized"

e para animar um bocadinho a coisa (aka eu e o blog)

(eu com a variação de isto acontecer no sofá; exemplo disso são quase todos os dias da semana transata; não levar à letra, sff, a parte do "programa preferido")

(com uma semana de atraso; sobre um trabalho da faculdade - queixas)

1- Será que faz sentido dizer "Significa que há uma fonte de néctar ou pólen a menos de 15 metros" e duas frases depois, no mesmo parágrafo "Esta dança não determina com exactidão a direcção da fonte mas mostra que é perto - entre 50 e 100 metros?"? Será que sou eu que estou mal? É que, sinceramente, eu acho que não. Quem fez isto esqueceu-se, pura e simplesmente, de reler e ver se fazia algum sentido. :S

2- O dicionário do pc é burro. Não põe erro em "á". Deus me livre de algum dia escrever isto em algum lado. :S

3- Eu sei que, pronto tenho orgulho (desmedido!) em saber escrever português - pontuação, correcção de erros, etc - mas daí a demorar 6h a rever um trabalho com erros que nem lembro ao menino jesus como os supracitados, vai uma grande distância. Ainda bem que tenho algum prazer nisso caso contrário já estava lixada. Relembre-se: 6 horas!


eu nunca vou ser capaz de descrever a emoção que é viver em Lisboa

e sentir que, nestes dias, o mundo esteve aqui todinho.

Se algum dia eu disser que me arrependo de viver em Lisboa, e já disse isto, levem-me ao hospital sff.

(cimeira da NATO, 2010)

uma ode ao meu vizinho

que tem internet wireless com o fantástico nome SMC. Não é muito rápida mas ele não está muito longe porque o sinal é "excellent".
Só espero que continue com a pouca protecção da sua rede para eu poder não pagar mais pela internet do que os 21,91€ por mês (até ao próximo mês porque depois mudo).

pena é que tenha que ir dormir em pouco tempo e não vá aproveitar muito a sua internet, pelo menos por hoje. claro que se amanhã me deixar ter acesso novamente, eu sou uma pessoa bem contente.

por vezes

Saber que os nossos 300 milhões de microorganismos nunca nos deixam sozinhos [inserir título do post entre vírgulas] não é consolo para a solidão que sentimos.

o que fazer numa noite sem sono

- aproveitar a Happy Hour da internet durante a noite, principalmente lembrando que durante o dia não há HH e também já não há tráfego disponível;
- ouvir música;
- desejar ter vindo para casa mais cedo que o que vim;
- desejar não ter posto os lençóis a lavar e ter feito a cama de manhã com outros;
- desejar receber mensagens e ir ao teatro um destes dias.

(afinal até podiam ser mais coisas ...)

opinem sobre quem vos parece fora da situação

1 - Pessoa que vai para aulas teóricas às 9 da manhã (já nem digo a das 8h à 5f) jogar pokémon para a internet e/ou falar, literalmente, toda a aula.
2- Pessoa que vai para as aulas teóricas tirar apontamentos e ouvir os professores.

De sublinhar que a situação passa-se numa aula (teórica) de MV.

Terramoto de 1755

Há 255 anos, Lisboa mudou. A vida começou como o normal no terrível dia 1 de Novembro de 1755. As pessoas encaminharam-se para as missas das 9h um pouco por todas as igrejas da cidade. E a maioria não saiu de lá.

a minha posição na história do mundo

Eu quase chorei na eleição do Obama. Não queria ligar a televisão naquele 5 de Novembro de 2008 para não ver que tinha ganho o McCain.
Eu quase chorei ao ver o salvamento dos mineiros chilenos.
Eu quase chorei ao saber hoje da eleição da Dilma Rousseff  no Brasil.

Não vi muitas das mudanças que o mundo já teve como o nosso 25 de Abril. Mas já vivi outras mudanças, outras conquistas que nos devem não fazer desistir das nossas próprias conquistas. Estes 3 factos aconteceram mesmo. Nós também podemos conquistar as nossas vitórias pessoais.