* D 4/ Cs 17

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Acho que nunca tinha tido tanto a noção do quão fácil é deixarmos transparecer aquilo que somos e aquilo que pensamos... E quando falo em "transparecer" é mesmo no sentido de "aparecer através de alguma coisa" - através de nós próprios...
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Eu sei que tinha dito que não ia usar a palavra "nunca" mas agora teve mesmo que ser porque tinha absolutamente que dar este sentido (o sentido da palavra) ao que escrevi.
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Por vezes, e em situações como a (uma das) que me aconteceu hoje, percebemos aquilo que ainda não tinhamos percebido. E é isso que nos faz crescer e crescer e crescer...
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É tão estranho que alguém que nos conheça há 25/30 minutos consiga dizer algo tão acertado sobre nós... algo que somos mesmo nós!
É que dizer algo sobre nós, daquelas banalidades (não necessariamente no sentido depreciativo; mais no sentido "banal", por assim dizer) como "és simpática", "és caladinha", é mais fácil...
Descrever-nos com algo que somos intimamente e que o sabemos é que já se torna ... estranho.
E ainda se torna mais porque eu pensava, e muita gente pensa, que a primeira impressão que fica de nós nem sempre é a mais correcta. Sim, também é verdade. Só que são aspectos diferentes e percebi-o hoje...
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... creci mais um pouco.
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[gostava de saber porque ficou isto com as horas 15.54 em vez de algumas 23.20/ 23.25 :S ]

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