* Cs 44/ O 44

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Verdade, verdade, verdade...
Foi planeado aos 15 anos; acabado de pintar aos 17. E não perdeu o significado que tinha aos 15 (daí que tenha acabado de o pintar; se tivesse perdido tinha pegado na tinta branca e pintado a parede toda ou então, conforme me sentisse, na rosa). Ainda não perdeu, não vai perder. Nem a frase nem o desenho.
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Coldplay numa das músicas que mais esperança me faz ter.
Espiral de pontos. Vida. Vida feita de momentos desconectados que têm intensidades diferentes, nos fazem sentir diferentes, nos marcam mais ou nos marcam menos, têm início nalgum lado,nalguma ponta de uma espiral que termina no infinito (o infinito nunca termina; eu sei, parece contradição o que eu disse então - mas é fácil, a vida não termina!). A nós cabe-nos fazer as conexões, percorrê-los (não em linha recta!), "saltar" de uns para os outros, lembrar de todos os que nos marcaram de certa forma (ou não marcaram; who cares?), ...
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Nota final 1: Um dia escrevo qualquer coisa ali nas reticências (mais alguma coisa, talvez mais acertada). Um dia em que aprenda mais um pouco do significado que a vida tem; um dia em que me aperceba que o que está pintado na parede do meu quarto em S.Jorge quer dizer mais do que o que já sei.
Nota final 2:Na altura da fotografia estava mais girlie do que está agora (já não lá estão as florzinhas).
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