* Cs 51 / D 25 / R 28

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Andar por aí, à socapa (sem que isto queira dizer de uma forma malandra), a observar as pessoas, é uma forma quase brilhante de perceber muita coisinha. Andar na multidão é a melhor forma de a perceber, digamos mais explicitamente (mas andar não é deixar-se levar!).
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De facto há gente a funcionar maioritariamente no cérebro reptiliano. Outros tantos parecem não funcionar. E outros há que nem conhecem a existência de outras camadas para o fazer. Outros ainda funcionam porque vêm os outros a funcionar.
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Nem que fosse por perceber um pouco melhor como as coisas funcionam já teria muito mais que valido a pena viver este tempo aqui.
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O ano passado por esta altura não estava preparada para algumas situações porque precisava de viver algo que essas situações não me podiam dar. É certo, e eu sei, que muito mais tenho para aqui viver - viver não no sentido físico da questão - (e muito mais aqui posso viver) mas já me sinto preparada para essa mudança que o ano passado tanto medo de ser maioritariamente infeliz me dava.
Curioso... curioso porque esta mudança efectiva na minha vida (que aconteceu em Setembro) foi mais radical (digamos) do que a outra mudança que mais medo me dava. O facto de ver que, apesar da mudança, muitas coisinhas (as melhores? sim, muitas das melhores até então, pelo menos) não mudaram, também ajuda a que agora esteja a sentir-me preparada.
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Entretanto, enquanto não mudo(a)?? Entretanto, enquanto não mudo vou continuar a observar... (e depois de mudar também vou continuar a observar...)
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