* Cs 64 / D 37 / R 29

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[Deveria ter sido publicado na 6f, 10 de Julho, depois de 3 dias a estar diariamente com a minha avó e a dormir em casa dela (daí que não tenha tido tempo antes).]
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1. Posição quanto ao casamento religioso – a obrigatoriedade, as tradições (“Sempre se fez assim. É por isso que se deve fazer assim”).
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2. Sexo antes do casamento - a proibição, a vergonha, a falta de decência, a impaciência, a desgraça da rapariga, entre outros.
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3. Doenças e crenças de que “não mexer é melhor” porque se conhecem exemplos de x, y e z pessoas em que se mexeu e pronto, “foram-se, coitadinhos”.
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4. Tomar medicação de outras pessoas porque a elas faz-lhe bem (“então porque não há-de fazer a mim?”)
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5. Complicações e problemas por coisinhas tão mínimas como “A mãe não me trouxe a escova de dentes nova! E agora?”; coisinhas que nós, com as vidas que temos, não ligamos porque se ligássemos, aí que iríamos estar sempre com a cabeça ainda mais cheia.
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Há coisas, estas coisas, que me fazem agradecer por ter nascido quando nasci; isto significa, por um lado (e pelos 2 primeiros tópicos) conseguir pensar por mim própria sobre as coisas, ter uma opinião e acreditar nela; significa, por outro lado (quanto aos 2 tópicos seguintes) ter formação para perceber que as coisas não são como as dizem; finalmente (e quanto ao último tópico) ter uma vida preenchida, com preocupações, a dar importância ao que mais tem e a não deixar que certas coisinhas me (nos) incomodem porque, simplesmente, não são coisinhas em que pensemos.
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