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Hoje compreendi a minha embirração com os advérbios nosso e meu (depois de acordar da minha sestazinha e ficar a ouvir a minha mãe, através da alta-voz do telemóvel, a dizer ao meu pai para não nos esquecermos de encaixotar aquilo nosso, aquilo nosso, aqueloutro nosso, e mais aquele, e aquele ...).
Nós não nos esquecemos e não é necessário dar os pormenores todos nem estar sempre a falar em nosso. Às vezes é este tipo de coisas que me faz pensar que todas as pessoas são materialistas e querem é ter (sim, volto a dizer que não sou iludida para pensar que amor e uma cabana dá para vivermos).
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