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Lembrei-me agora das vezes que ouvi esta música o ano passado (e ao longo de uns 4 (?) anos, noutras circunstâncias) com a luz apagada (e com os olhos fechados), sozinha, na cadeira preta de baloiço na outra casa, às 2h, às 3h, a uma qualquer hora.
Lembrei-me agora das vezes que a ouvimos.
Lembrei-me que a queria ouvir agora (estava a ouvir outras e lembrei-me desta).
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Agora escrevo(-te) a ouvi-la, de luz apagada, de olhos abertos. E sinto saudades. Lembrei-me das saudades que sinto. Das saudades que sinto de ti.
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E agora vou ouvi-la pela 3ª vez, como quando a dor é tão forte que só queremos tomar um analgésico forte, e depois outro, e depois outro, até que passe. Desta vez com tudo a que tenho direito: luz apagada (já está), olhos fechados, sozinha (a Li não incomoda), numa cadeira que já não é de baloiço - porque a vida muda (mas eu gosto de ti da mesma forma).





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