Para quem me conhece sabe que eu e o cinema, ou o cinema e eu, somos uns "amigos" um bocado para o estranhos. Daqueles "amigos" que vemos assim, mais ou menos, uma vez por ano.
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Sabem que quando me convidam para o cinema já não vale a pena perguntar o que quero ver. Já sabem que o melhor é mesmo dizerem "Julie, vamos ver o filme x.". E que, na maioria das vezes, eu não pergunto o que é o filme x simplesmente para não fazer figura de parva porque nunca na vida ouvi falar sobre aquele filme. Ou ainda sabem que é possível comprarmos os bilhetes e depois eu perguntar "Sobre que é o filme?" e a pessoa responder "Não sei. Mas y e z disseram maravilhas e vamos ver." E eu pensar "ora bolas e se agora me sair um filme de terror? Calma, se calhar não. O filme diz maiores de 16 anos e é uma sessão a meio da tarde. Bolas F. O que me fazes!". Sabem que eu confio que não me levarão para filmes de terror ou outros que tais que não aprecio de todo.
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Bem, tudo isto para dizer que ontem, e porque passei o meu 2.º dia de férias (vá 1.º inteiro) em casa (por causa do bonzinho do car$lho do escaldão), vi o Avatar. Sim, uauuu! Eu vi um filme que já saiu há tanto tempo que até no Carnaval passado umas boas centenas de pessoas (conheço algumas) se mascaram de avatares. Se calhar não foi assim há tanto tempo. Menos de 1 ano, concerteza. Mas em cinema (quando saem sei-lá-quantos filmes por semana) considera-se um bom tempo.
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O que vale é que tinha o comando próximo e quando começava a fechar os olhos lá parava o filme. E foi assim que, umas 5h depois de ter aberto o dvd para lá colocar o cd (DVD?), acabei de ver o Avatar.
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Happy ending!
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