all stars. Sim ou Não?

Sim? Não?
Porquê?
Que cor? (não ajuda "a cor que gostes mais" porque eu gosto de cores como azul/verde/amarelo/preto)
Convençam-me a sim ou a não (razões fundamentadas sff).

Obrigada desde já.

eu também, e tanto. E como disse "Tenho pensado em ti (mais do que o habitual)".

Quando atendi o telemóvel ouvi do outro lado: "A mensagem que te mandei há mais de 1 ano e que me reencaminhaste ontem faz todo o sentido. Senti a tua falta.".


Eu também sentiria se estivesse a passar por isso. Eu também sinto e não estou a passar pelo que estás.
E aprecio o facto de, apesar de estarem a ser uns dias difíceis, falarmos da mesma forma, a nossa forma.

*E

pulseira do equilíbrio. wtf?

Power balance. Como isto anda nas "bocas" do povo (aka pulsos), resolvi procurar sobre o que é.
Será que alguém acredita nos super poderes mágicos disto? Pelos vistos sim.

E, por favor, já viram o preço? Não têm mais nada em que gastar o dinheiro? A próxima pessoa que pretender comprar uma delas que me ofereça o dinheiro: eu compro uma viagem ida e volta a Madrid no Carnaval e ainda me restam uns euros. Sim? Obrigada.

E como li num blog algures, ainda bem que as pessoas a usam, por outro lado. Assim poupam-me ao esforço de falar com elas, tentar construir uma conversa e conhecê-las.

mais um dia mau para ti.

Eu gostava de estar contigo. Precisas do "teu porto de abrigo" perto. Eu sei. Como em Junho de 2009.

sobre fruta

O que diz de mim eu ter comido quase 1 caixa de morangos hoje?

Pergunta a ser respondida por vós. À pessoa cuja resposta que mais me agradar é dado um prémio (ou talvez não... até porque ninguém vai responder).

sobre as diferenças culturais

Então não é que ontem um programa da 2 me surpreendeu?

Oras cá, no Sul da Europa, somos bombardeados(as) com pessoas de peles douradas, bronzeadas. São as revistas, a tv, os anúncios a cremes bronzeadores, a solários, etc. E as pessoas do mundo real são assim, são bronzeadas. Basta observar agora, depois do Verão. Quem tem pele clara é um olhado como fora do ideal de beleza, é uma pessoa não-bonita. Porque o ideal de beleza nestes países são as peles bronzeadas. Algumas demais. E com consequências complicadas (cancros de pele). Mas, cá por baixo, antes peles demais do que de menos bronzeadas.

No Norte da Europa, nomeadamente no Reino Unido (sobre o qual o programa falava), as revistas fazem publicidade a cremes para clarear a pele. O ideal de beleza é ter a pele clara, ser branco. As minorias étnicas (principalmente os asiáticos) fazem de tudo para se parecerem com o ideal de beleza britânico. Muitas vezes, e tal como no Sul da Europa, as consequências são complicadas (problemas graves de pele, desde infecções até mesmo cancro). As revistas mostram modelos brancas ou com tanta maquilhagem que o parecem. As noivas indianas são capazes de pedirem base 3/4 tons abaixo da sua cor de pele só para parecerem brancas no dia do casamento. As pessoas negras dizem, sem dúvida, que a vida seria mais fácil se fosse mais claras (nem brancas, apenas mais claras).

Surpreendida apenas porque, e apesar de saber que as pessoas no Norte da Europa são de pele clara, não pensei que levassem ao extremo essa situação como ideal de beleza (como se faz, ao contrário, cá no Sul).
Agora, e brincando um bocadinho com a minha situação (pele clara), eu sempre soube que era a sociedade onde vivo que não me compreendia e não eu que não sou capaz de me adaptar a ela. :P

awesome

(não que eu sinta isso agora; não sei onde encontrei)

note mental to self parte 5 milhões

Não ir, nunca, a uma costureira arranjar o que quer que seja ou fazer o que quer que seja. Em Lisboa. De resto acho que dá.

(estou oficialmente muito chateada)

eu juro que a minha prof de anatomia disse isto

"Os cavalos não são como nós: não podem chegar a casa e tirar o casco."

E nós tentámos imaginar isso a ser possível, professora. E teve piada.

só para informar

Quem diz que Lisboa não tem espírito académico é porque não sabe, não conhece, nunca viveu nada do que se vive cá.
Sim, porque praxes e espírito académico não são 3 meses de praxes estúpidas.

(qualquer dia volto a falar disto)

só para que fique registado.

Eu, num futuro próximo, vou passar a andar com um carregador na mala e vou carregar o telemóvel na faculdade. Isto de ter que carregar o telemóvel todos os dias não é nada bom para a conta de electricidade.

(tudo isto enquanto o telemóvel ainda durar)

e para deixar a nostalgia de lado

nostalgia parte III

Há bocado, antes de estar a adormecer e ser acordada como já contei, estava a pensar n' p. Comecei a pensar em tudo isso por causa de um post no blog da Neni (vide).

Conhecemo-nos há, mais dia menos dia, 5 anos. Eu, que sei datas para tudo e mais alguma coisa, não sei o dia em que nos conhecemos, não porque não tenha sido um dia importante mas simplesmente porque isto falhou. Já vi numa agenda (aka calendário de telemóvel) e penso que terá sido entre os dias 17 e 18 de Setembro. Só podia ter a certeza se conseguisse ver como foi o tempo nesses dias e comparasse com as memórias da trovoada dessa madrugada (não há-de ter estado trovoada na madrugada dos 2 dias).

Na altura só sei que me "salvaste". Foi o primeiro dia em que me salvaste. E lembro-me de falar de ti durante a madrugada. Não me lembro bem do quê. Passaram 5 anos e muito passou. Sei que também falaste de mim. E sei onde foi. E com quem.

Lembro-me de estar contigo onde nos conhecemos. E de falar contigo. E de perceber que estavas na universidade e que eu era apenas uma miúda a entrar para o 10.º ano. Disseste-me que eras de lá.

A partir daí a nossa vida mudou. Tu também sabes que sim. Há momentos em que percebemos que a nossa vida acabou de mudar.

Depois já me lembro de muitas datas. Não de todas, se calhar. Mas de muitas e de momentos (mais do que as datas):
- de uma vez (1.ª sozinhos?) que estivemos juntos e que a Cr. disse "Ninguém vai acreditar, ninguém vai acreditar que vocês não se beijaram.". Do que sentimos, das circunstâncias que nos rodeavam, da chuva, da nossa música que depois me deste (foi neste dia? sei que neste dia choveu), da inocência de ambos.
- do dia do 1.º beijo; de ter encontrado a C. depois e de ela me dizer que já há muito que não via um sorriso assim em alguém, muito menos em mim.
- do verão seguinte; do que passámos, de um dos melhores verões de sempre em muitos aspectos (não apenas os que se relacionam contigo); de ter sentido por ti (contigo) algo que não sabia o que era antes.
- de um dia de verão em 2007, dia esse sobre o qual te falei há pouco tempo, em que comecei a ver que talvez não valesse a pena lutar contra o que sentíamos;
- da noite (de verão) em que me voltaste a "salvar", em 2008; de te ter dito que não era certo, de não me dizeres nada mas de me calares; de me convencer que não era errado, que eras tu; do sítio, do que senti e que quis que durasse.
- do verão de 2008; do que me ajudaste, do que pensámos ser a vida a partir de setembro, dos dias em que "Saio pela janela, um pé dentro, o outro fora...", da música que ficou no meu ouvido durante tempo sem fim.
- do dia de setembro em que a vida (a minha e a tua, ambas) voltou a mudar.
- dos dias de 2009 em que estivemos juntos, das conversas de horas que descobrimos serem possíveis ao telemóvel;
- dos (poucos) dias de 2010 em que estivemos juntos (destes podem perguntar as datas que sei-as a todas); do que vivemos de cada vez que estamos juntos; de conversar como só o faço contigo.

Conheces-me quase melhor do que eu mesma. Por mais tempo que estejamos sem falar, por mais que pareçamos estar afastados, tudo volta. Voltamos. E somos ambos. Eu sei que também sou para ti.

E muito mais a ser dito. Mas não é necessário.
Ambos entendemos meias-palavras, palavras todas, poucas palavras, nenhumas palavras = silêncios. Ambos os valorizamos. Ambos ficamos contentes por eles existirem.

Tu "puxas" por mim. E sabes a importância que isso tem. E eu sei o quão importante é falares sobre a tua vida pelas horas que quiseres. E eu ouço. E tento perceber. E percebemo.
E entendemo-nos bem. Dizer apenas isso bastaria.

sobre a reportagem da sic (e um edit nostálgico)


Tenho os 4 canais principais. Não quero mais. Nunca quis mais.
E não é pelo dinheiro. É porque não, porque não preciso. Porque tenho mais que fazer. Porque não quero "ser escrava" da televisão. Porque há dias em que não a ligo. Por exemplo, cheguei 2f e ela foi ligada na 5f.
Mas não nego que, de quando em vez, ajuda a preencher um pequeno vazio de pessoas a falar.

edit: Publiquei e lembrei-me de uma conversa de 5f.
S para M - Mas tu não tiveste infância? Não vias o pokémon?

E eu pensei:
Eu tive infância.
Eu não sei nada do pokémon, nem daqueles outros bonecos chineses ou japoneses que agora nem me lembro do nome, nem de jogos de vídeo, nem de nada disso. Simplesmente porque tive a sorte de ter uma terra, de ter mais que fazer do que andar de volta da televisão, porque tive uma família que puxou por mim, que me ligou alguma coisa, que não me deixou começar a ficar fanática por jogos de vídeo (acredite quem quiser que nunca joguei playstations ou nitendos e que a única coisa que algum dia soube jogar foi o Crazy Taxi no pc).
Eu tive a sorte de andar atrás dos gatos, dos cães, de vitelos, de fazer mini-palheiros de pedra e brincar com a minha colecção de miniaturas de animais junto da criptoméria do jardim à entrada do portão onde existia uma qualquer planta - e ainda existe- que eu chamava de "ervinha" onde os animais pastavam, de fazer "sopas" em mini-panelas com verduras e ervas que ia buscar à horta lá de casa (e não com as que fosse buscar ao frigorífico e nem soubesse de onde vinham), de andar nos baloiços que o meu pai fez no chorão (não faço a mínima ideia do correspondente no continente dessa árvore mas tenho a certeza que não é o arbusto rastejante que aparece no google) do jardim, de ir buscar os ovos todos os dias, de sujar os pés ao ir alimentar o porco com a minha mãe, de chorar como uma desalmada quando pisei um figo num fim de tarde de um fim de verão de um dos anos da minha infância, de ter um amigo que se lembrou de tirar todos os peixes do poço do jardim (onde, agora que falei dele, caí com 2 anos) e eu ter ajudado, de ter ido às macieiras apanhar as primeiras maças (e as outras) e comê-las a correr pela canada, de "ir ao pasto" (o que significa ver ordenhar as vacas) e ficar lá sentadinha a meio da casa, de sair para a casa da tia Lúcia para falar com ela sobre as galinhas, o tear, e com o Ti João sobre os bandolins, a horta, de falar com o Zé sobre os parentescos dos gatos dele e dos nossos e ficar sentadinha ao pé dele enquanto ele trabalhava fosse a mondar (arrancar as ervas, sabem?), fosse a fazer o que fosse, de ir com os meninos da escola para um parque florestal (não era bem mas perceba-se a ideia) apanhar trevos de 4 folhas e pedir desejos, de pegar em caixas de leite mimosa na escola e passar os intervalos a "esgravatar" na terra à procura de bichos-de-conta, de andar de bicicleta pelo caminho sem que a minha mãe tivesse medo que me acontecesse alguma coisa, etc etc. 

eu estou nostálgica hoje

Há 2 anos atrás estava a passear com o meu pai no Parque das Nações. Telefonei à C. que fazia 18 anos. Ela estava a dormir e eu pedi desculpa. Ela tinha estado a trabalhar todo o dia. Eu a procurar casa com os meus pais. E estava há 6 dias em Lisboa.

Tinha muitas dúvidas, estava prestes a ficar sozinha na cidade grande (embora na altura ainda não o soubesse e isso fosse "um bicho de 7 cabeças" para toda a família, incluindo para mim), não sabia o que ia acontecer nos meses seguintes, o p. estava quase a ir embora (e como depois lhe confessei "não sabia como ia ser quando me visse em Lisboa sem ti e sem os meus pais"), etc.

Apesar de tudo isso foram bons tempos. Comecei a aprender imensas coisas sobre tudo e mais alguma coisa. E a viver aquilo por que lutei nos 3 anos que antecederam esse ano de 2008.

Hoje não posso dizer que sinto saudades desses tempos incertos. Mas também não posso dizer que não sinto. Agora a minha vida está mais certa. Como diz a alos (e deixa-me adaptar, amiga) "Tenho a minha vida definida até 2014". Tenho a minha vida definida profissionalmente, no sítio onde vou viver pelos próximos anos. E de resto? Não sei. Não sou estável (embora já me tenham dito que agora já consigo dar a estabilidade que antes não conseguia).
Depois? Não sei. Vou continuar a não ser estável.

Hoje passei o dia em casa, com a minha companhia felina. Falei com a C. que fez 20 anos. Ela esteve com o filho todo o dia. Eu (re)comecei a estudar hoje. E estou há 2 anos em Lisboa.

isto não dá com nada aka eu não ligo nada a isto mas não posso deixar de comentar

que percebi que o Benfica está a ganhar ao Sporting quando estava quase a dormir e fui assustada com um grito de "Goloooooooooooo!" em uníssono de sei-lá-quantas-pessoas.

Desculpem mas ninguém merece.

sobre brasões

"- Que emblemas tem de Lisboa?"
"- A menina quer da baixa ou engraçados?"
"- Não, eu queria o brasão."
"- Ah, o emblema da câmara. Aqui está."

Eu não disse nada mas fiquei a olhar para a senhora. O brasão, minha senhora, não é o emblema da câmara. É o brasão da cidade, não da câmara. Tem história, cada ponto dele conta um bocadinho de história (como todos os brasões). Não foi a câmara municipal que criou o brasão da cidade de Lisboa, não é nenhuma câmara que os cria. O de Lisboa, minha senhora, tem raízes em tempos tão antigos como incertos (pelo menos pela altura da Idade Média).

há quem tenha alguns post-it em casa só porque sim para lembrar coisinhas, com mensagens de amigos, etc... e há quem tenha...


5698 post-it's!

(é um belo efeito; estou a pensar o quão prático seria, principalmente com uma terrorista como a Li em casa)

sobre as obras do prédio. sff seguir raciocínio.

Após uns meses sem falar das obras (não sei quantos e de reparar que estive 1 mês e meio fora) volto a falar hoje.
Não porque elas já tenham acabado (que isso vai ser pior do que Santa Engrácia) mas porque já temos elevador!
E que é que isso quer dizer? Basicamente se temos elevador, temos linha telefónica e se temos linha telefónica no prédio significa que em pouco tempo vamos ter em cada apartamento (a começar pelos habitados, espero eu), o que significa que daqui a algum tempo (espero que pouco) vou poder trocar a internet por outra que, espero sinceramente, seja melhor.

após acho que 6 lojas académicas (e 2 dias e Lisboa quase a palmo)

qual deles?






(a última imagem é do meu telemóvel para a montra da loja)


o que aprendi esta semana

1.º - Após uma aula de (C)BEA (que bem que fica este acrónimo) descobri que posso não ter sido criada para viver numa grande cidade mas fui criada para o curso que estou a tirar.

2.º- Após uma aula de anatomia (III) descobri que os gatos são uns enganadores. A minha vida mudou 4f. A sério. Então não é que eles andam é a espalhar as feromonas deles por nós para nos marcarem como território deles (e não a pedir mimos)?

3.º - Que uma roupinha bonita não faz, nunca, uma pessoa parecer menos criança/parva/etc.. Nem que, em certos casos, melhora o aspecto dessa pessoa (coleguinhas putos de traje).

4.º - Que ninguém (professores inclusivé) parece saber que 1º lê-se um grau e não primeiro (que se escreve, by the way, 1.º).

5.º - Confirmei que tenho que ter orgulho no português que sei escrever. Mais do que tudo o resto. Mais que de um 18 a anatomia (se algum dia o tivesse).

6.º - Que é possível conhecer Lisboa quando se procuram coisas tão simples como emblemas para a capa.

coisas de viver num apartamento.

Eu, qualquer dia, compro umas cortinas para a sala para poder andar só de t-shirt, sem ter que estar a olhar para a janela para ver se há algum dos meus vizinhos à janela deles.

doem-me os pés (ou como dizer um estado num título)

Depois de 2 anos de caloira, hoje foi o primeiro dia em que trajei no segundo ano do curso dos meus planos (e não sonhos, que sonhar é mais do que planear).

Gostei.

Açores 2010

"- Estavas a contar-nos como contornar o tempo...
- Vocês só pediram 2 horas. Para a próxima têm que pedir mais tempo."

Eu não tenho palavras para o orgulho que sinto em ser açoriana, em ter nascido em  Ponta Delgada, em ter vivido 18 anos da minha vida e em ter construído a minha personalidade nestas ilhas.
Hoje sim. Hoje sinto um orgulho sem fim!

by the way, só para dizer que ainda estou nos Açores

(do facebook de uma conhecida)

sobre o post anterior I

Fui verificar e entretanto já recebi mais um pedido de uma dessas pessoas.
São 32.

Mais sério: nos tempos do hi5 as coisas funcionavam de forma diferente porque eu tinha outra idade. Importava-me que andassem a cuscar a minha vida mas aceitava mais pessoas do que agora. E tinha mais informação e mais fotografias no perfil. Agora é também raro pôr um "status" (ou lá como aquilo se chama).

eu voltei a "roubar" a neni (com todos os créditos). tudo porque ela falou no assunto

Apago ou não?

É altamente improvável que eu, pelo menos nos próximos meses, leia os 251 + 44 + 65 emails que tenho por ler em 3 pastas do hotmail.
Quando chegavam era empastá-los (aka pô-los em pastas) para depois ler. Passaram os meses e eles foram sempre ficando. Passaram as férias e ainda estão.
A falta de tempo (e pachorra também), tanto em férias como em tempo de trabalho, não o permitem.

parabéns! * I

Parabéns a ti, P.. Há um ano estavamos ambos a espera. Eu consegui, tu também. Eu estou a começar um novo ano universitário e tu voltaste a conseguir.
Admiro-te. E tu sabes o quanto.

(nota: nas ilhas ainda estamos a 8 de Setembro)

sobre a bipolaridade

Eu, às vezes, penso em utilizar a minha conta de email do gmail para criar um novo membro do blog só para satisfazer a minha bipolaridade.
Mas depois acho que não me sinto suficientemente bipolar, pelo menos para já, e não tanto como alguns donos de blogs que conheço.

Um dia aparece por cá uma Laura ou uma Luísa ou uma Teresa ou qualquer outra. Eu aviso.

parabéns! *

Minha amiga A.F., parabéns! Eu tinha-te dito que ias conseguir.
Gosto tanto quando vocês, amigos, mudam a vossa vida porque acho que as mudanças são sempre boas notícias.

Um dia seguirei os teus passos. ;)

* e amanhã espero dar os parabéns a outro amigo.

"conheces-me ao pormenor". parte II

alos - "puseste um segredo no shiuuuu que esteja agora na primeira página? :P"
J- " (...) Não, não mandei mas agora fiquei curiosa e vou lá ver. :P"

Pois, tal como da outra vez, podia ter sido eu a mandar este segredo.
Podia mas não fui.

"Eu gosto que me conheças ao pormenor."