We'll make it. I like.

Um dia fazemos mesmo aquela viagem a dois da qual já falámos há tanto tempo. Ouviste?

Por acaso adorava que a parede de um dos meus quartos fosse um planisfério. E um edredon riscado ao estilo britânico. E uma cama semelhante à de Lisboa. E almofadas enormes, muitas. E lençóis com cheiro permanente a amaciador. E apenas livros na mesa de cabeceira.
 
(imagem roubada há um tempo de um blog por aí; desculpe-se a falta de referências)

f#dasse!

Acabei de perder uma pasta com mais de 100 fotografias da Li no telemóvel. :@ 
Passo a explicar: tinha uma pasta na memória do telemóvel com muitas das fotografias da Li e queria passá-la para o cartão e depois para o computador. Fiz "Mover para memória externa" e quando acabou de mover apaguei a pasta que estava na memória do telemóvel depois de confirmar que não tinha nenhuma fotografia. Fui procurar ao cartão de memória e não está lá. :@
Alguém me explica porquê? :@

Eu sou tão inocente…

... acabei de não perceber a piada do Malato durante um bocadinho.

“Pois, a propósito do veganismo, o que comem os vegetais nas pessoas? A raiz dos cabelos, a planta dos pés, aquela coisa de pôr na salada… -risos.”

E eu pensei Coentros? Mas isso não se põe na salada. E depois lembrei-me da Salsa porque é parecido. Mas isso também não se põe, normalmente. E só depois associei a piada com os risos… f#cking god!

as mulheres também querem isso.


A mulher ideal
Vejo por aí na blogosfera discussões intermináveis sobre o homem e a mulher ideais. Aqueles com quem sonhamos, os que procuramos e os que encontramos na realidade.
Outro dia em conversa de amigos, um deles muito bem parecido, um verdadeiro galã que já teve relacionamentos com gente conhecida, dizia:

"Sabem o que vos digo, eu já vi tanta coisa! Já vivi com gajas boas, já tive filhos delas, já fui pseudo-importante, já conheci meio mundo do espectáculo (...) mas tenho a dizer-vos que no fundo um gajo não precisa nada disso, só queremos uma mulher que seja nossa amiga, nossa companheira e que queira ter projectos em comum ao longo da vida. Demorei foi muito tempo a perceber isso."
E é mesmo isto que a maioria de nós quer, mais coisa menos coisa.


agora na rtp1 falavam de gastos dos portugueses

Ora, eu:
- não tomo 2 bicas por dia.
- não gasto 20 e qualquer coisa cêntimos por mês de telemóvel. No máximo 15€ e estou a falar de um mês de gastar muito. E tudo isto porque tenho bons tarifários (moche e extravaganzza).
- não tenho tv por cabo. Nem quero ter e já falei sobre isso.
- não jogo no euromilhões.

Quando fui à Casa Eficiente (NGeographic, Parque das Nações, Junho 2009) descobri que todas as técnicas para poupar que eles lá falavam eram seguidas por mim excepto aquela de que cá falei de tomar duche acompanhada.
Eu não compro sacos nos supermercados. Eu vou mais longe só para comprar o leite mais barato 1 cêntimo. Eu comprei um filtro de água da Brita (e adoro-o por todos os aspectos e mais alguns). Eu não tenho carro apesar de reconhecer que me daria jeito em muitas, muitas situações.

Tudo pode ser bom. E, como diz a minha mãe, isto tudo da crise até vai ser bom. As pessoas vão aprender a viver dentro das suas possibilidades e, quando os tempos de crise passarem, vão ter uma vida muito mais equilibrada.
A nós, felizmente, a crise não nos atinge grandemente. E tudo isto porque desde sempre trabalhámos (tanto os pais como os 2 filhos) e fomos ensinados (filhos) a poupar cada cêntimo.

pois Julie. agora só se mudares o endereço.

Às vezes arrependo-me de ter partilhado este blog com uma parte das pessoas que partilhei. Dou por mim a querer relatar coisas que acabo por não fazer. Não que eu faça coisas que não possa partilhar mas apenas porque há coisas que preferia guardar só para mim o que implica, entre outras coisas, escrever aqui e ficarem só para mim.

(o post original estava tão bem escrito e tinha tanto de mim também)
adaptado do recém descoberto kisses n'bangs

"I like"



- Mandar piadas inteligentes e que deixam antever um conhecimento ilimitado (ou não !- riso).
- Mandar bocas inteligentes e que deixam a "minha" pessoa corada (e a minha auto-estima algo elevada).

em imagem algumas das poucas coisas que fiz até agora este fim de semana. uma delas - ler - deu-me um prazer tremendo (digamos que as minhas beta-endorfinas foram grandemente produzidas)!


(de um blog que não me lembro o nome; guardada há já uns tempos)


Outro dos motivos - pensar noutras coisas

Tendo em conta que a tua mãe te disse que o meu pai lhe tinha dito que eu tinha dito que tu não me ligavas, tu aproveitaste e ligaste-me (que grande confusão, maior ainda quando se pensa que eu não falo, simplesmente, de ti ao meu pai).
Ora, gostava de perceber porque é que os nossos pais fazem este tipo de joguinhos com a nossa vida.
Isto só me faz lembrar um comentário da minha mãe há uns anos sobre ti, a ver se "apanhava" alguma coisa. Era qualquer coisa como "Agora vocês estão longe. Mas mais tarde, quando fores para o continente, quem sabe?".

Um dos motivos pelos quais ainda não fiz absolutamente nada este fim de semana

Hoje às 14h28, exactamente 21h32 depois de chegar do Amoreiras, acabei de ler o livro de 486 páginas que comprei.

Sai de casa ontem com a desculpa de ter de ir ao supermercado mas não era bem isso. Só me apetecia ler, ler um livro novo até não haver amanhã. Ler sem me preocupar com absolutamente nada. Ler pela pura e adorável sensação de ler.

E lá fui eu, convicta de que iria apanhar a molha que apanhei. Mas contente. Era ao mesmo tempo uma forma de passar o fim de semana e uma forma de comemorar o facto de agora conseguir gastar menos dinheiro no supermercado e poupá-lo para oferecer certos presentes a mim própria. Este o primeiro deles.

E pronto. “Quando Lisboa Tremeu” lido. E o que posso dizer?

É um romance histórico como podem adivinhar pelo título. A vida das 5 personagens mudou a partir do fatídico dia de todos-os-santos de 1755. A vida dos vivos de Lisboa não voltou a ser a mesma. Milhares morreram e não apenas do terramoto ou “das 3 ondas” que varreram a Baixa. Sebastião José de Carvalho e Melo aproveitou para controlar a situação e tornar-se dono de uma posição privilegiada, posição essa que mereceu por toda a lucidez, clareza de espírito e visão de futuro com que observou e agiu na tragédia.

Imaginar os sítios que hoje conheço (e que tanto gosto) sobre tão grande destruição é de uma força impressionante. Não ficaria tão impressionada se lesse mas não soubesse a dimensão simplesmente porque não conhecia os sítios. Sabendo, por exemplo, a distância que separa o rio do Rossio temos uma ideia da força das “ondas”. Sabendo que para chegar de Belém (onde estava a Corte a assistir à missa) ao Terreiro do Paço, Sebastião José de Carvalho e Melo, no dia depois do terramoto, demorou um dia quase inteiro, percebe-se o que se passou. Imaginar a minha Lisboa, a cidade onde vivo há 3 anos, a passar por tamanhos sofrimentos e tão destruída é uma sensação forte.

E a força humana do rapazinho que sempre acreditou que a irmã estava viva. E ver os jogos das pessoas a tentarem sobreviver em tão grande tragédia, cada um a tentar juntar-se a pessoas mais poderosas, a dar o que tinha e o que encontrava para sobreviver; as fraquezas humanas tão presentes.

Nunca tinha lido um livro com tanto sexo à mistura. Por tudo e por nada, porque sim, porque é uma tragédia, para sobreviver, porque sobreviveram, porque são bons aliados, porque estão ali ao lado, por tudo. Tragédia, os instintos mais primários como a sobrevivência e o sexo a pares.
















geração dos desiludidos com a vida *

Estou desiludida porque a minha geração não vale nada (eufemismo)!

Falta-lhes respeito. Ninguém os ensinou isso o que é. Mas poderiam aprender, se quisessem. Aplicando o que diz o Prof F. "Não sabem nada disto e não querem aprender." - a maioria não quer aprender de anatomia, de fisiologia, do que seja... muito menos do respeito. E isso acontece porque de anatomia, de fisiologia e de outros temas têm uma noção do que se trata e não lhes interessa.
Respeito? Respeito é algo de comer? Repeito é um instrumento musical dalguns índios perdidos da Amazónia?

Estou tão desiludida que só me apetece chorar. E já passou a parte da raiva. Agora é de pena, de pena dos adultos que a minha geração vai ter e do que daí vai advir - gerações que cada vez menos vão querer saber (e de desilusão pura).


* menção a' "Os Vencidos da Vida". Alguém se quer juntar a mim para formarmos um grupo quão Antero de Quental, Ramalho Ortigão, Guerra Junqueiro, entre outros?

estado do facebook III *

* histerismo (ou quase) *
Tirámos sangue a ovelhas (vá, a uma cada uma)!



* e este foi para lá, tal o "histerismo"! lol

Diplomados na UTL têm empregabilidade favorável

2010-10-19

95% dos alunos que se diplomaram na Universidade Técnica de Lisboa (UTL) entre 2006 e 2008 encontraram emprego até 12 meses depois de concluída a sua licenciatura.

(...)
O estudo “Empregabilidade dos diplomados da UTL 2006 a 2008” teve na sua génese dados obtidos através de um questionário on-line que contou com a participação de 6535 ex-alunos e que foi “transversal e simultâneo” nas sete escolas que compõem a universidade. A média de idades daqueles que responderam ao inquérito ronda os 24 anos, estando o género dividido em 50% mulheres e 50% homens.

A média final de curso foi de 14 valores e 30% dos alunos fizeram intercâmbios internacionais ao longo da licenciatura, um factor importante para o reitor Fernando Ramôa Ribeiro que afirmou tratar-se de uma “experiência importante na preparação para um mundo em mudança”. A formação contínua é também um dos factores de aposta, com 22% dos alunos a voltar a estudar para “complemento à formação, procura de mais saídas profissionais e ascensão na carreira."

A empregabilidade foi, contudo, o factor base analisado concluindo-se que 44% dos alunos da UTL arranjam emprego antes de concluir o curso, 58% até um mês depois do término da licenciatura, 88% até seis meses e 95% até 12 meses.

(...)
O tempo médio de espera para o primeiro emprego é menor para os diplomados pelos institutos superiores Técnico (IST) e de Economia e Gestão (ISEG). [Falta aqui qualquer faculdade... :(; Fi, IST]

Actualmente a taxa de desemprego dos alunos ronda os 14% sendo que os 86% que estão empregados obtiveram as suas colocações maioritariamente por autocandidatura, contactos pessoais e resposta a anúncios. 37% dos inquiridos tem contrato efectivo contra 30% a prazo. A remuneração média no emprego actual de 53% varia entre os 750 a 1250 euros mensais.

(...)
Apesar de eu não saber em que área quero trabalhar (e haver a possibilidade de o fazer numa das áreas com mais emprego) estas são óptimas notícias. Não é referido se o emprego é em Portugal.
Podem ver a notícia completa aqui.

[tornei as percentagens em numeração para ser mais imediata a leitura, corrigi umas vírgulas e tirei o ponto dos 6535 - eu não resisto!]

If someone makes you so angry, take a deep breath, count to ten and kill him immediately. II

Puff... Tenho que aturar com cada coisa. Enumere-se:
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- Rapazes que interrompem professores (na UNIVERSIDADE!!) para fazerem patinhos e coelhinhos com as mãos (aka sombras chinesas) como se tivessem 5 anos. A professora ridiculariza-os e eles nem percebem.
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- Rapazes que falam mais alto do que se estivesse num mercado de venda de peixe (perdoe-se às senhoras e senhores que lá têm o seu trabalho honesto).
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- Rapazes que quase se atiram uns por cima dos outros para a escolha de um tema de um relatório, relatório esse que, mais pormenor menos pormenor, vai ser igual, exactamente igual nos 4 grupos. Isto significa que não é por ficar com o tema x que vou fazer algo de extraordinário em relação à pessoa que ficou com o tema Y.
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- Pessoas às quais os paizinhos não devem ter ensinado o significado da palavra Respeito. São pessoas que querem respeito (sem saberem o que isso é) das outras pessoas mas não as respeitam. Os professores, e enquanto o mundo não acabar isso será assim, são pessoas às quais devemos ter todo o respeito. São superiores a nós, sabem mais do que nós, estão a ensinar-nos o que sabem para que um dia também possamos nós estar no lugar deles. Não falo da falta de respeito como comentar da vida deles ou dizer mal. Falo do puro e simples respeito que é estar calado numa aula. É que não sabem, não fazem ideia de que isso é também respeito. Ou então sabem mas, sem meias palavras, não querem saber. Uma coisa bem diferente é fazer-se um comentário para o lado sobre qualquer coisa. Não posso dizer que nunca o fiz porque estaria, como é óbvio, a dizer uma grande mentira. Outra, e bem diferente, é passar uma aula toda a falar. E se dizemos alguma coisa lá vem o "A vida para ti é demasiado séria.". Para tua informação não, não é demasiado séria. É séria quando deve ser. Mas também me sei divertir e passar momentos sem ser assim séria e respeitadora. Apenas tive a sorte de ter quem me ensinasse que é possível ter uma vida bastante mais equilibrada se analisarmos e virmos a vida entre as duas situações e não apenas no extremo que é uma delas.
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- Pessoas que fazem dietas tão equilibradas como comer 1 porção de Hidratos de Carbono ao pequeno-almoço e ir andar logo depois. Chegam a casa, desmaiam e "ai minha nossa senhora, porque desmaiei?" - Talvez porque não comeste nada. Talvez porque o que comeste não chegou. E queres emagrecer? Acho que sim. Mas então informa-te de como o fazer porque não sabes de todo. E claro, o que deixaste de fazer foi comer açúcares. Espera lá, açúcares? Bolos e afins? Isso também eu desde há quase 6 anos (e não foi por nenhuma dieta) e de repente, literalmente da manhã para a tarde (eu sei que se diz "do dia para a noite" mas não foi assim que me aconteceu, para além que "da manhã para a tarde" é ainda mais radical). Como assim? Comes sopa, massa, arroz? Então comes açúcares, desculpa informar-te.
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- Pessoas que "ai, tenho que ir ao endocrinologista todos os anos porque a minha mãe tem problemas de hipotiroidismo". Ai sim? Que grande problema! Eu tenho que ir de 3 em 3 meses, na melhor das hipóteses.
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- Pessoas que têm que se levantar às 6h30m para chegarem à faculdade a tempo da aula das 9h. Não podemos ter tudo na vida, convençam-se. Eu cá se fosse para vir de casa, se isso fosse viável e houvesse avião, teria que me levantar lá para as 3h da manhã, o que significa que mais valia nem dormir. Vão para casa ao fim da tarde, certo? Não mudaram toda a vossa vida para estarem a estudar, pois não? Eu sei que é chato mas é a vida. Não seria sempre andar na escola secundária junto à vossa casa. Eu sei que se pudessem escolher se calhar preferiam não ir a casa todos os dias, preferiam ter um sítio para ficar junto à faculdade. Pois, mas as pessoas como eu também não podem escolher. É tão simples quanto ir ou não ir.
No meu 1.º ano (verdadeiro!) havia uma rapariga de Cabo Verde que iria a casa nas férias do Verão. Aprendi, mais uma vez, que não tenho nadinha que me queixar. Se sinto saudades? Sim, às vezes. E faço-me "forte, forte, forte!" para que não pareça uma boa parte das vezes. E ela? Ela também. Ela teria saudades e não teria nenhum remédio senão esquecer-se delas porque senão como faria? Estaria em Novembro a contar os dias para as férias de Verão? [Nota: eu nunca contei os dias mas há quem o faça e não tenho nada contra, claro]
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- Pessoas que se queixam porque faz sol, porque está a chover, porque está frio e porque está calor. E porque o prof disse e porque o prof não disse. E porque o namorado mandou mensagem e porque o namorado não mandou mensagem. E porque a mãe fez sopa e porque a mãe se esqueceu de fazer sopa. Entenderam? Por tudo e por nada, basicamente.
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Apesar de poder parecer, eu não me queixo por tudo e por nada. Se assim fosse acreditem que durante algum tempo da minha vida não teria feito mais nada.
E sei perfeitamente que há pessoas, e veja-se a situação da minha colega de Cabo Verde, cuja vida é difícil. Só não gosto, e apetece-me fazer o que diz o título do post, que as pessoas passem a vida a queixar-se quando não se lembram que em relação a elas há pessoas como a minha colega de Cabo Verde (em relação a mim). Aposto, muito sinceramente, que nunca lhes passou pela cabeça que pessoas como ela possam existir.
.
(agora que já descarreguei as minhas frustrações posso, finalmente, ir estudar)

um presente (especial)


(23.10.2010; não são precisas palavras, tu sabes.)

Não acredito sem ver *

Tarifário
Viagens aéreas para os Açores passam a custar cem euros

por PAULO FAUSTINO a 22 Outubro 2010

Voo de ida e volta para um residente no arquipélago, que é subsidiado, custa actualmente 250 euros [com sorte, muita sorte porque de estudante paguei 243€ ainda o mês passado; recorde-se o desconto de 40€ para estudantes até aos 27 anos].

A Comissão Europeia aprovou a alteração às obrigações de serviço público para o transporte aéreo entre os Açores e o continente, o que permitirá a implementação, dentro de dois meses de tarifas promocionais abaixo dos 100 euros, para a operação regular e no que respeita a residentes.

Publicada no Jornal Oficial das Comunidades Europeias, a alteração traduz-se na eliminação do limite mínimo de 120 euros para as tarifas promocionais e a possibilidade de serem comercializadas tarifas bastante mais baratas do que os cerca de 250 euros que uma pessoa residente nos Açores paga por uma viagem de ida e volta a Lisboa. Uma medida já com muitos ano que vem, de resto, satisfazer uma aspiração dos açorianos.

A proposta do Governo dos Açores para a aplicação de tarifas aéreas promocionais da ordem dos 100 euros nas ligações entre os Açores e o continente já tinha recebido o aval do Governo da República em Setembro.

As modificações agora introduzidas encerram este processo negocial, cujo desfecho o chefe do Executivo açoriano considerou ontem ser um passo importante "no domínio da regulação do transporte aérea e da abertura de novas possibilidades para a diminuição do tarifário". Às companhias aéreas SATA e TAP, que asseguram as ligações entre as ilhas açorianas e o continente, Carlos César lançou o desafio no sentido de "aproveitarem" as potencialidades da nova realidade, neste caso "desenvolvendo tarifas com outros limites, que lhes permitem praticar preços mais baixos".

(...)
[abrir o link para ver informações sobre a campanha promocional que permite que não residentes passem 5 noites nos Açores por 260€ (mínimo) - como sai do âmbito do post acabei por não colocar aqui]
* eu, que raramente me queixo do Governo dos Açores, só tenho a queixa a fazer sobre o facto de nunca mais as passagens aéreas baixarem.

eu só posso começar a ficar doente quando

as minhas compras hoje no supermercado foram qualquer coisa como:
3 pêras rochas;
2 maçãs reineta;
6 maçãs royal gala;
4 maçãs golden;
4 laranjas;
1 ananás (Açores).
l
E tudo nacional, pois claro.
By the way, ainda estou para saber como é que vou enfiar as pêras e as reinetas pela boca abaixo; só se for como quando éramos pequenos e fechávamos os olhos para comer algo que nos obrigavam.
.
(não é que isto tenha interesse a alguém mas é só para comentário próprio)

o mundo está perdido quando

em 20 de Outubro uma pessoa abre a caixa de correio do e-mail e se depara com algo a dizer "Natal a preços IKEA".
Uma pessoa, incrédula, abre o e-mail e vê algo como "IKEA: Natal a mais, nunca é demais.". E uma pessoa, incrédula, pensa "Oi? Alguém acha que este slogan é interessante/chama as pessoas ao (à?) IKEA?"
E ainda, claro, a informação fantástica de que o Natal chegou ao IKEA e que também vai chegar às nossas casas... à minha vai chegar mas daqui a 2 meses!

céu nocturno em Lisboa. 19.10.2010.

esta noite a senhora dona lua-quase-cheia está acompanhada por uma estrela sozinha, tão mais sozinha do que eu em determinadas (felizmente poucas) alturas da semana.

quando eu for uma verdadeira "fada-do-lar"

porei os lençóis a lavar dia sim dia não só para sentir todas as noites a sensação completamente inebriante do perfume do amaciador. Aquilo depois mantém-se mas não é a mesma coisa que nos primeiros dias.
.
problema: eu não tenciono tornar-me uma fada-do-lar assim nos próximos, digamos, [oras, contando que viva até à idade de me reformar, 65-20 = 45] 45 anos.

Paris.

Fui a Paris em 2006. Não gostei muito, provavelmente porque não estava numa idade propícia a passeios com os pais. Mas Paris é e será sempre Paris.
Ao ver as fotos e os posts da Neni sobre uma semana nessa cidade e os da Elite sobre o dia-a-dia, tenho vontade de a revisitar, mesmo que antes na lista estejam outras cidades europeias (tantas!) onde nunca estive.
Gostava de a revisitar ao pormenor, com tudo o que me escapou da primeira vez pelos mais variados motivos. Gostava de voltar aos crepes com chocolate quente nos Champs Elysées, ao hotel dos quartos pequenitos com vista para a Torre Eiffel, ao Louvre, ao Jardin des Tuileries, ao palácio de Versailles. Gostava de ir ao Sacre Coeur, a Montparnasse, etc. etc.
E gostava de levar outra companhia.
De preferência a tua. Poderia ser a tua guia de Paris. E tu poderias guiar-me para o que eu gostaria de sentir em Paris.

sobre o facebook e os pedidos de amizade.

Revisite-se o post que já cá coloquei (da Neni) sobre os pedidos de amizade. Já lá vão 35. E o último foi dos mais "engraçados" que podia ter recebido. Faz parte da categoria "pessoas que conheço, que não interessam para nada e que não quero que andem a meter o nariz nas minhas coisas."
Depois de saber que essa pessoa andava a pedir amizade a amigos meus, coloquei o meu facebook com todas as privacidades possíveis e imaginárias só para que pessoas como ela não andassem a meter o nariz. E ia, concerteza, aceitá-la como amiga.
Há pessoas que não se ligam mesmo ao mundo.

só para que conste que nem eu própria tenho paciência para reler os últimos posts.

porque é que é tão triste viver em grandes cidades? *

daqui




* aka uma das razões porque eu não devo viver para o resto da vida por aqui aka sou uma miúda de sorte por ter crescido onde cresci.

descobri.

Ainda não consegui saber se a minha estrelinha aparece cá pelo blog mas já consegui descobrir que vê as fotos do facebook que os meus amigos da universidade colocam. E comenta "Tens muito que fazer concerteza.". Até tenho, estrelinha.

Funcionou!

Uma ode ao "editor antigo" que, pobre desgraçado, não é recomendado como o "editor novo":
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Obrigada, meu querido. Agora fazes com que a minha vida de blogger volte a ter sentido. Sinceramente apresento-te as minhas desculpas por te ter trocado por um editor novo que é recomendado pelos senhores do blogger. Pensei que fosse mais evoluído e que fizesse tudo melhor. Pode fazer algumas coisas, nem percebi muito bem. Mas tu serás sempre tu. Tu permites-me publicar rascunhos com as datas em que os fiz mesmo que isso seja há meses atrás. E isso é que faz sentido para mim. Obrigada.
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edit: esqueci-me foi que para fazer um parágrafo em ti (humm! desta é que os senhores das obras não se lembraram ainda para dizer a uma estudante) é necessário fazer um ponto ou qualquer coisa e colocar com a cor de fundo do blog (é por isso que em posts mais antigos, feitos contigo quando ainda tinha o fundo preto, aparecem pontos pretos entre os parágrafos; mas não faz mal, tu és assim).

porquê, porquê, porquê

Alguém é capaz de me explicar porque é que antes uma pessoa conseguia colocar posts que estavam em rascunho e eles ficarem com a data em que tinhamos feito o primeiro rascunho e agora isso não ser possível (e ficarem com a data em que os publicamos verdadeiramente)?

É que não dá jeito nenhum. Só faz sentido publicar rascunhos com a data em que os fizemos. Às vezes, e quando isso ainda era possível, abria o blog só para fazer um post sem nada, que não publicava, mas que queria em determinada data e no dia seguinte voltava lá para escrever.

Grrr...

(até já mudei para o editor antigo novamente; será disso? vou tentar)

não pensei vir a conseguir admitir isto mas afinal eu sou humana!

Eu não quero ficar sozinha (aka sem um amor, um namorado) toda a vida. Até gosto de ver casais felizes por aí.

Dispenso, e quero dispensar, são as criancinhas. Portanto, e como já vos disse, se me quiserdes ver com crianças ao redor, dai-me sobrinhos.

if someone makes you so angry take a deep breath, count to ten and kill him immediately. I

Honestamente aquelas senhoras devem achar que tenho apenas e só a vida delas e que o que lá faço é a única coisa que faço na vida.

É que não há pachorra para tantos stresses e tantas parvoíces. Para a próxima tenho que pedir individualmente a cada pessoa para trocar comigo. Não posso dizer que não posso fazer e que depois faço na outra semana o meu e o da pessoa que fizer no meu dia. Se aquilo é "um instrumento de trabalho" deveria servir para isso mesmo - para as trocas, tudo o que é necessário, partindo-se do princípio que as pessoas aparecem lá - e fazem-no.
"Um v. não deve e não pode limitar-se a comunicar que não pode..." - peço desculpa pela grande falha então!

grrr. sim, hoje aplica-se isto.

facebookmania I

Quero tanto fazer "Like" no estado da minha estrelinha.
Apetece-me mesmo.

(esclareça-se que não é sobre mim)

estado do facebook II

Está em Lisboa. O voo depois não chegou à ilha pelo que também não saiu mais ninguém de lá.

(eu gostava de ter ficado até amanhã; é preferível assim, no entanto)

passado e presente.

Hoje estive com uma das pessoas mais importantes do meu passado. Ela marcou-me muito e foram poucos os minutos que hoje estivemos juntas. Já cá falei dela. Estive a procura e não encontrei mas foi ela que me disse "beijinhos grandes como o futuro que te espera" quando eu entrei para a universidade.
E ela disse-me "Acredita em mim. Já te menti alguma vez?". Não, nunca me mentiu. Sempre ajudou. Às vezes achei que não, às vezes chorei e berrei contra o mundo por causa do que ela nos dizia. Mas era apenas e só para o nosso bem. E tenho saudades dela.
E também me disse que estou mais bonita, mais madura, que os anos me estão a fazer bem.
E ela tem razão em tantas coisas: "Quando arranjares alguém que ele seja mais velho, inteligente, maduro."

Eu queria ter ficado a falar com ela durante umas horas mas não foi possível. Mas será de outra vez. Porque eu preciso de alguém que me ligue ao passado cá, lá onde ela está. Preciso mesmo de alguém que me conheça e que veja como mudei/não mudei, como estou. Alguém que não me esteja sempre a ver ou falar comigo mas alguém que goste de mim. Algum "ídolo" quase.
É enorme o orgulho que tenho que ela tenha sido minha professora e que seja minha amiga.

estado do facebook I

Já que não coloco estado nenhum no facebook, cá vai:
Está sem saber se amanhã consegue chegar a Lisboa. *irony on* Está pouco vento e tudo cá. *irony off*. It's Autumn, my dear.

bem-vindo Outono.

Como diz a A.S. d' O cheiro da chuva, "Outono, querido, vem depressa, que já tenho muitas, muitas saudades tuas e do teu amigo Inverno."

E ele está a chegar! Gosto tanto, mas tanto de roupas quentinhas, de estar em casa com o meu amigo aquecedor, de mantinhas, de cachecóis, de ouvir chover bem agasalhadinha.

destino

Só me apetece dar uma valente chapada ao destino. Parece que não quer mesmo que as coisas sejam como nós seríamos (mais) felizes.

(não são precisos mais pormenores porque eu sei e eu não esqueço; eu sou feliz mas podia ser mais daí o "mais")

*E