Foi sobre isto que falei (com uma aura de mistério à volta, confesso) nuns quantos posts que para aí andam.
Foi com isto que pensei um milhão de vezes, durante 2 meses, que começo a aprender a viver realmente.
Foi com isto que eu sabia que ia mudar mais um bocadinho, tornar-me melhor pessoa.
Foi com esta ideia que eu sobrevivi muito bem à grande época de exames.
Foi com isto que eu sabia que ia aprender mais sobre mim, sobre a minha condição e sobre aquilo que quero da vida.
Foi tudo isso que se concretizou.
Foram novos amigos.
Foram novas experiências porque devemos perguntar-nos de tempos a tempos quando foi a última vez que fizemos algo de novo.
Foi algum cansaço, do cansaço bom, muito bom, que nos faz desejar mais um dia, dia que sabemos que nos vai cansar um pouco mais mas que nos vai fazer ficar (ainda) mais felizes.
Foi uma oportunidade única e foi um incentivo para o quero fazer em relação à minha condição porque preciso e porque precisam de mim.
Foi inglês durante uma semana.
Foi concretizar a ideia de que o mundo é grande, é enorme, e não, não é um sítio previsível nem familiar mas que existem mais que mil maneiras de realizarmos algo, bastando para isso aprender a viver com o que temos e dar um pontapé na cabeça dos obstáculos.
Foi conhecimento e foi evolução. Não foram palavras bonitas (ou tentativas como aqui parece).
Foi distanciamento daquilo que conhecia antes principalmente. Foi agora sentir a necessidade de falar com essas pessoas e continuar a caminhada porque eu não quero parar de ser melhor, de atingir outros estados e de seguir em frente. Eu sei o que vai ser a minha vida nos próximos 3 anos em termos gerais mas depois não sei... e eles ajudaram-me a perceber que quero mais e que o mereço.
Foi mais, foi muito mais...Foi expresso em fotos, em abraços, em risos, em choro.





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