Balanço de 2008

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Ora bem, primeiro ponto: não sei se vou publicar este post pois não sou muito de contar a minha vida por aqui directamente.
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Segundo ponto: este merece, sem dúvida, um título diferente pois foi um ano "e peras"! ;)
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Em 2008 aconteceu tanto, esforcei-me e lutei muito, consegui, fui feliz, stressei imenso, consegui evitar (pelo menos) uma injustiça, conheci novas pessoas, mudei de vida (e que bem me fez e bem soube!!).
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Mudaram imensas coisas. Comecei a "crescer", a viver uma vida nova, a dar mais valor aos momentos que passo com as pessoas que me são mais, a viver de uma forma mais "caeiriana", a ter prazer em afirmar-me como sou, a aceitar os meus problemas/defeitos/manias e a ver surgir outras pessoas com outros problemas/defeitos/manias, a dar valor à minha terrinha, a viver sozinha numa "cidade grande".
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É com um sorriso que sempre pensarei neste ano que acaba. É com um sorriso que penso nas relações que foram criadas e nas que foram fortalecidas este ano. É com um sorriso que tenho orgulho em mim pelo que consegui. E é com um sorriso que olho para o próximo ano... e com muita força, pelas primeiras vezes na minha vida, para que 2009 seja a continuação de 2008.
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Tenho alguns sonhos para 2009, aliás, alguns mesmo muito importantes e que poderão mudar o rumo da minha vida - alguns que não se concretizaram em 2008 (mas que não fez mal não acontecerem) e outros que surgiram porque os de 2008 se concretizaram.
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Cá vamos nós para um novo ano; a todos os (poucos) que cá passam, um 2009 recheado com tudo o que mais desejam! ;)
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Ps. Afinal vou publicar... Alguns dos que cá passam conhecem-me (porque de todos os que conheço só poucos têm acesso a este cantinho), outros não, pelo que não vou acrescentar nada nem a uns nem a outros.
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* M 12

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[apenas para assinalar uma noite linda, passada com pessoas lindas ;) - 30.12.2008]
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* Cs 24/ M 11/ D 6

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[a recordar-NOS... :D]

[a lembrar-NOS todos os dias]

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Energias positivas de tantos lados (2 pelo menos o que, para mim, é muito)!

Obrigada a ti, a ti, a ti, a ti, a ti, a ti, a ti... :D

* Cs 23/ O 22/ L 9

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- (...) O mais importante, no que diz respeito à vida por estas bandas, é o facto de as pessoas se deixarem absorver pelas coisas.
- Absorver pelas coisas? Que quer isso dizer?
- Acontece o mesmo quando estás na floresta. Tornas-te parte da floresta. Quando estás à chuva, tornas-te parte da chuva. Quando é manhã, tornas-te parte da manhã. Quando estás comigo, tornas-te parte de mim.
- E quando tu estás comigo, tornas-te parte integrante de mim?
- É a pura verdade.
- E qual é a sensação? Seres tu própria e parte de mim ao mesmo tempo?
- É um sentimento muito natural. Quando se está habituado, é muito simples. É como voar.
- Consegues voar?
- Foi só um exemplo, mais nada - diz ela a sorrir. É um sorriso sem qualquer significado profundo ou obscuro. Ela sorri pelo puro prazer de sorrir. - Não podes saber qual é a sensação de voar no céu a não ser quando voas. É a mesma coisa.
- Nesse caso é uma coisa tão natural que nem sequer é preciso pensar nisso?
Ela concorda com a cabeça.
- Sim, passa-se tudo de uma maneira calma, simples, espontânea. As pessoas nem sequer têm de pensar nisso. É perfeitamente natural.
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Kafka à beira-mar, Haruki Murakami
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* Cs 22/ M 10

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Olho para a minha frente

E vejo uma sombra diferente

Mário Silva

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Obrigada!

* D 5 / C 3 / M 9

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@ VR. Dezembro 2008
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Obrigada!
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É por ti, é pelas nossas conversas - porque falamos sobre tudo, porque estás a conhecer-me e eu a ti - é por não me "abandonares", é por passearmos às horas mais estranhas, por rirmos de quem olha para nós, é por me descobrires a cidade, por acordarmos a qualquer hora e voltarmos a dormir, por dormirmos as duas, por refilarmos uma com a outra, por tirares fotografias ao "teu modelo preferido", por tirarmos fotografias às duas, por nos sentarmos em escadas e descobrirmos "vidas", por me fazeres cócegas, eu rir sem parar e cair ao chão e tu rires de mim, por te conseguir pôr a ouvir a "minha" música e ficares viciada, por almoçarmos às quinhentas, por me "roubares" os amigos e fazeres tontices sobre isso, por tudo, tudo, tudo e mais alguma coisa...;)

Gosto de ti! **

* Cs 21

(…)o tempo é igualzinho às pessoas, há ocasiões em que lhe custa arrastar as pernas, mas outras vezes corre como um gamo e salta como um cabrito(…)


Ensaio sobre a Lucidez, José Saramago

[é perceptível porque estão a negrito umas palavras, acho ;) ]

* Cs 20/ O 21/ Mús. 3




A quem me falta.
(Porque me lembro dessas pessoas. No entanto, estou feliz apesar de me faltarem pessoas importantes)

* Cs 19/ O 20/ M 9

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Tudo se começa a "encontrar" devagarinho, lentamente... eu sei que já devia ter aprendido (há muito tempo!) que tudo leva tempo, que as "coisas" não são simples e imediatas como um estalar de dedos...
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As conversas começam a tratar de realidades comuns e de aspectos mais "profundos" de nós próprios, os sorrisos começam a ser voluntários e derretidamente reais, os dias maus conhecidos, os bons divididos, os gestos percebidos, as palavras curtas e as expressões sabidas, a ajuda, a partilha, a experiência, a forma de falar, viver e sentir passa a ser partilhada...
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Obrigada!
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Ps. Ando a notar outra "coisinha": Quando nos preparamos para algo de forma pessimista, isto é, achamos que algo vai ser realmente difícil e que vai custar a melhorar/mudar/ etc., é quando tudo se torna mais fácil e quando tudo é mais "optimista" do que o que parecia. E torna-se fácil também porque vemos que não é difícil mas muito mais porque nos preparámos para que o fosse... ;)
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[ cresci mais um pouco; aliás, cresço e ando a crescer mesmo!;) ]
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* Mús. 2


Vai caminhando, desamarrado dos nós e laços que o mundo faz.
Vai abraçando, desenleado de outros abraços que a vida dá.
Vai-te encontrando na água, e no lume,
Na terra quente até perder o medo.
O medo levanta muros e ergue barreiras p'ra nos deter.

Não percas tempo,
O tempo corre;
Só quando dói é devagar.
E dá-te ao vento como um veleiro
Solto no mais alto mar.


Liberta o grito que trazes dentro, e a coragem,
e o amor.
Mesmo que seja só um momento,
Mesmo que traga alguma dor.
Só isso faz brilhar o lume que hás-de levar até ao fim;
E esse lume já ninguém pode nunca apagar dentro de ti.


Lume, Mafalda Veiga

[do blog da Nini, hi'5. Nii, desculpa "roubar" mas tinha que cá pôr. ;)]

Enviei a pessoas... Elas sabem quem. ;)

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Ontem recebi o primeiro caixotinho de coisinhas de casa (ponto)
Soube bem (ponto)
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(e aprendi como chegar de casa ao aeroporto de autocarro)

* Cs 18


Voudrez vous un petit gâteau avec moi?


Et/ ou une bouteille de vin?



Et...


[ proposta indecente? ;) ]



Vamos celebrar... Vamos celebrar por todo o "comum" que temos, vamos celebrar por sermos como somos, vamos celebrar por compreendermos o "nosso" mundo, vamos celebrar ...

Encontra-me, anda, vem...

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esperei-te.

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e tu?

encontraste-me?

* P 1

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Ontem:
Faltou a água na faculdade <=> Aulas canceladas da parte da tarde
Faltou a água na faculdade <=> Teste de Anatomofisiologia (vulgo anatomo, anatomia) adiado uma semana.
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Preciosidade dos "alfaces" (sem ofensa!!)

[ler transformando os sinais matemáticos em texto, "se faz faborzinho"]

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(alguém se esqueceu de pagar a conta?)
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Nos meus Açores era "ca" greve dos contínuos que o "pessoalzito festejaba". ;)
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* D 4/ Cs 17

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Acho que nunca tinha tido tanto a noção do quão fácil é deixarmos transparecer aquilo que somos e aquilo que pensamos... E quando falo em "transparecer" é mesmo no sentido de "aparecer através de alguma coisa" - através de nós próprios...
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Eu sei que tinha dito que não ia usar a palavra "nunca" mas agora teve mesmo que ser porque tinha absolutamente que dar este sentido (o sentido da palavra) ao que escrevi.
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Por vezes, e em situações como a (uma das) que me aconteceu hoje, percebemos aquilo que ainda não tinhamos percebido. E é isso que nos faz crescer e crescer e crescer...
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É tão estranho que alguém que nos conheça há 25/30 minutos consiga dizer algo tão acertado sobre nós... algo que somos mesmo nós!
É que dizer algo sobre nós, daquelas banalidades (não necessariamente no sentido depreciativo; mais no sentido "banal", por assim dizer) como "és simpática", "és caladinha", é mais fácil...
Descrever-nos com algo que somos intimamente e que o sabemos é que já se torna ... estranho.
E ainda se torna mais porque eu pensava, e muita gente pensa, que a primeira impressão que fica de nós nem sempre é a mais correcta. Sim, também é verdade. Só que são aspectos diferentes e percebi-o hoje...
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... creci mais um pouco.
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[gostava de saber porque ficou isto com as horas 15.54 em vez de algumas 23.20/ 23.25 :S ]

* O 19

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Quais "discrepâncias no método eleitoral" qual quê! Põem "jornalistas" que não conhecem a realidade e depois... preciosidades! :S

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[a falar do acto eleitoral e de um comentário muito infeliz de um pobre comentador (sim, foi assim que se referiram a ele) da SIC que não sabe o que diz :S ]

* D 3/ O 18

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Açores/Eleições: PS mantém maioria absoluta, mas desce em relação a 2004 - resultados oficiais e finais

19 de Outubro de 2008, 22:23
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Ponta Delgada, 19 Out (Lusa) - O PS venceu hoje as eleições regionais dos Açores, com 49,96 % dos votos, mas desce em relação ao resultado conseguido em 2004, quando obteve perto de % do total.
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Os socialistas descem igualmente em número de votos e mandatos na Assembleia Legislativa Regional: em 2004 tinham conseguido 60.140 votos e 31 mandatos (em 52 possíveis) e agora venceram com 45.070 votos, correspondentes a 30 deputados, num total de 57.
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A abstenção atingiu o valor mais alto de sempre em eleições legislativas regionais, 53,24 %.
Dos quase 193.000 eleitores açorianos, pouco mais de 90.000 exerceram o seu direito de voto.
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Nota da Julie: PS ganhou em todas as ilhas, incluindo S.Jorge (pela primeira vez!). E eu não votei (porque não pude) :(
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* D 2/ Cs 16

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Eu não "vi" as cheias na capital do reino! :P

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Mas "senti-as" ... Avaria do metro => percorrer meia Lisboa para encontrar um autocarro cá zona... :S

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* Cs 15/ R 19

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Dia bom é aquele em que contribuimos para a existência de menos uma injustiça no mundo.
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Lembrem-me de repetir isto todos os dias deste ano.
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(Nota: Isto devia ter sido escrito há uns dias mas é sempre a tempo.)
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* Cs 14

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Ir ao El Corte Inglés, comprar um livro de José Saramago com 10% de desconto e receber outro dele de oferta é daquelas coisinhas que nos fazem sentir bem.
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edit: Vá, a única vez que uma pessoa tem a sensação de não sair "chulada" do El Corte Inglés é uma sensação boa também! E vá, apanhar a promoção no penúltimo dia e pensar "Porra, se cá viesse na quinta-feira já comprava um e não me davam nada [ou então não comprava nada]!".
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[apetece-me adicionar aqui um "... simples" à marquinha "coisas" cá de baixo xD]
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* Cs 13

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A origem (etimologia) da palavra emoção é movere, do latim. Movere significa “pôr em movimento”.
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Emoção = aquilo que nos move; aquilo pelo qual somos movidos (na passiva).
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(Prof Rui Martins)
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É a prova de que as pessoas têm razão ao afirmar que estudar a origem das palavras ajuda a compreender profundamente os seus significados.
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E mais ainda, é a explicação [para tanto!] ...
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* D 1/ Cs 12

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Fobias, medos e inseguranças que nunca, nunca vão passar... vão, voltam, não desaparecem, nem tenho capacidade para enfrentar.
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(2º) Dia complicado (ponto).
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* Cs 11/ C 2

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Disseram-me quando mandei uma mensagem a dizer em que curso tinha sido colocada o seguinte:
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"beijinhos grandes como o futuro que te espera"
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E apesar de ainda não ter cá postado, ficou-me na memória e raro é o dia em que não penso nisso.
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Será?
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Tenho a acrescentar que levo muito em conta o que me diz essa pessoa mas numa altura em que duvido de mim mesma e do que vou ou não ser capaz (e não porque não me sei capaz mas porque mudou e está a mudar tudo e não sei se vou gostar do curso e outros tantos, tantos etc's), não sei se me consigo fazer acreditar nisto.
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Mas, e como diz outra pessoa muito importante (Champion!), "Força, campeã!".
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* L 8/ Cs 10

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Ressurgirá, perguntou a rapariga dos óculos escuros, Ela não, respondeu a mulher do médico, mais necessidade teriam os que estão vivos de ressurgir de si mesmos, e não o fazem.
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Ensaio sobre a Cegueira, José Saramago.
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Verdade, verdade, verdade...
Eu não me sinto com capacidade para dissertar nada de jeito sobre este ou qualquer outro assunto mas ainda tenho a capacidade de ver que isto é verdade.
E adapto-o a mim... Como? Eu sei.
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* L 7/ Cs 9/ R 18

Sim, somos como um peixe filado no anzol, agitamo-nos, sacudimos a linha, damos esticões, mas não conseguimos compreender porquê um simples pedaço de arame recurvo foi capaz de nos prender e manter presos, talvez nos venhamos a soltar, não digo que não (…)

Ensaio Sobre a Lucidez, José Saramago

Aceitação calma e plácida do destino?

Sim, aceitação do meu destino e da possibilidade de fazer, ao mesmo tempo, as minhas escolhas.

[by the way, feeling strange]

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Primeiro dia no apartamento.

* L 6/ Cs 8

Um en é um laço kármico que dura uma vida inteira. Hoje em dia muitas pessoas parecem acreditar que as suas vidas são inteiramente uma questão de escolhas; mas, no meu tempo, nós víamo-nos como peças de barro que guardam sempre as impressões digitais de todas as pessoas que as tocaram. O toque de Nobu tinha feito uma impressão mais profunda em mim que a maioria das outras. Ninguém me podia dizer se ele seria o meu último destino, mas eu tinha sempre sentido o en entre nós. Algures na paisagem da minha vida, Nobu estaria sempre presente. Mas poderia isso na verdade querer dizer que de todas as lições que eu tinha aprendido, a mais difícil estaria ainda diante de mim?

Memórias de uma Gueixa, Arthur Golden

Será? Eu acredito. Nada melhor pode expressar o momento.

* R 17


["palácio" :D - não é como este]

[daqui: www.olhares.com]

* Cs 7

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Caloiro, s.m. estudante do primeiro ano de um curso superior [verdade; actualidade];
fig. Principiante de qualquer matéria, indivíduo acanhado [verdade?; actualidade?]
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* Cs 6


* Cs 5/ M 8

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Apetecia-me ser aquela criança que fui naquele fim de tarde de Fevereiro de 2006 (sei até o dia exacto que gostava de voltar)...

Apetecia-me voltar aquele dia e viver novamente a inocência que tinha, que tínhamos…
Estou a entrar no mundo dos adultos em todos os aspectos; é um facto que será consumado com a chegada a Lisboa no próximo sábado e cada vez mais consumado à medida que o tempo passe a partir desse dia.

Parece que este será o meu “AC” e o meu “DC”. Parece que estou a definir um “AC” e um “DC”. Quem sabe se será. Quem sabe se já foi ou se vivo no “AC”ou se vivo no “DC”…

Muito já se passou este ano e muito ainda se passará… Só queria ser, por mais um fim de tarde, aquela inocência que fui contigo naquela tarde de 2006. Queria aproveitar por uma vez mais, talvez última vez, a sensação de me saber inocente a muito.

Foi há 2 anos e a partir daí perdi muita daquela inocência, quem sabe quanta… Perdi-te, encontrei-te. Ela, a inocência, também se perde e se pode encontrar (nem que seja por mais um momento) como tu? Ou, uma vez meia perdida não há retorno possível?

Perguntas num mundo que ainda pareço descobrir inocente, tornar-se-ão em respostas num “mundo de adultos” ?
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* R 16/ L 5

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Claro que um sinal não quer dizer nada, a não ser que o saibamos interpretar.
Arthur Golden in Memórias de uma Gueixa
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Aquilo que sempre disse e que um escritor também disse; aquilo que eu quero conseguir fazer e acreditar; o que me faz seguir em frente, enfrentar e conseguir superar e também aquilo que me faz ficar mais feliz com as coisas boas.

* Cs 4/ M 7



[entardecer de 3 de Setembro de 2008, Açores;

qualidade não muito boa, pelo telemóvel]

* Cs 3

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"A cada momento, cada um de nós está a passar pelo processo de ser e de se tornar."
autor desconhecido
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* Cs 2

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"Dentro de nós há uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos." José Saramago

Essência, s. f. o ser, a natureza íntima das coisas; o conjunto das qualidades pelas quais um ser existe e se define; carácter distintivo; princípio fundamental; ideia principal; razão de ser;

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* Cs 1/ Mús. 1

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A vida tem destas voltas estranhas
Onde te prendes e te emaranhas
Faz-te tantas vezes rodar como um pião
E crava as garras no teu coração
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Mas depois...
P'ra te consolar...
Dá-te o céu e as estrelas, o calor e o mar..
Faz-te sonhar...
E faz-te morrer..
Mas deixa-te sempre, mais uma vez
Sarar as feridas e amanhecer...
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Amanhecer, Susana Félix.
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[ a vida tem destas voltas estranhas; voltas que voltam e voltam uma e outra vez, eternamente, em cada vida ... e ainda bem que voltam...
e isso lembra-me uma série tão grande de relações causa-efeito que só podem ter tido início no início dos tempos - "muitos mais do que aqueles que já vivemos". ]
*E
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* O 17

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NorthEastWestSouth

News é um monograma descoberto num simples boletim (cheio de erros!) sobre o Faial (com o título Azores)?


Será?

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* A 3/ L 4/ R 15

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"Os livros têm de estar sempre connosco, ao pé da mão. E alguns apagam-se quando estão ao pé de pessoas que não gostam deles."

Longe de Manaus, Francisco José Viegas.

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Aproveito uma frase deste livro para iniciar um tópico sobre umas dúvidas que me assaltam e (uma das muitas) incertezas que ando a ter.

O que levar na mala (na bagagem mais precisamente - conjunto de malas)?

É que há coisinhas das quais não me quero nem consigo separar. Podem dizer que sou materialista ou o que seja, mas é a verdade.

Por exemplo, vou deixar todos os meus livros para trás porque os 60kg de bagagem (3 pessoas) não me vão permitir levar "quase nada". Mas não queria. Quantas vezes muito tempo depois de ler um livro resolvo pegar nele para lê-lo, folheá-lo, tirar-lhe uma citação... ? Isso vai ter que ficar tudo atrás.

Cd's... ando a pensar em pôr tudo quanto é música que algum dia ouvi em cd no computador.

Sei lá... ando a ficar ansiosa (não sinónimo- ou quase- de rapidez) pela mudança. Não sei o que levar - o que é importante para a universidade, o que não é; é a primeira vez que passo por algo assim.

Acho que vou optar por levar aquilo que realmente me faz falta; sejam ou não coisinhas... (tenho é que me lembrar dos malditos 60kg)

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* R 14/ L 3

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"(…) afinal há é que ter paciência, dar tempo ao tempo, já devíamos ter aprendido, e de uma vez para sempre, que o destino tem de fazer muitos rodeios para chegar a qualquer parte."

Ensaio sobre a Cegueira, José Saramago

Será preciso dizer mais alguma coisa? Assim como todos os posts que aqui coloco, este é também um espelho do que me vai hoje na alma.

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* O 16

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“Como as coisas simples nos fazem sorrir..."

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[devia ter sido publicado ontem - a falta de tempo não o permitiu; "recorde pessoal" de corrida + primeiro jantar para todos - feito sozinha]

* M 6/ R 13/ L 2

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Não podem imaginar que estão além três mulheres nuas, nuas como vieram ao mundo, parecem loucas, devem de estar loucas, pessoas em seu perfeito juízo não se vão pôr a lavar numa varanda exposta aos reparos da vizinhança, menos ainda naquela figura, que importa que todos estejamos cegos, são coisas que não se devem fazer, meu Deus (…) talvez tenhamos pensado mal delas injustamente, talvez não sejamos é capazes de ver o que de mais belo e glorioso aconteceu alguma vez na história da cidade, cai no chão da varanda uma toalha de espuma, quem me dera ir com ela, caindo interminavelmente, limpo, purificado, nu.

[Ensaio sobre a Cegueira, José Saramago]

(qualquer coisa de fantástico este livro; qualquer coisa especial este excerto - tem uma luz, uma luz a interpretar - "Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara"...)

* R 12

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Quando não temos mais nada a pintar numa tela da nossa vida, devemos pegar noutra e recomeçar a desenhar (depois repararemos que teremos tempo e vida para a pintar - e colorir de todas as cores) ...
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[uma defensora/crente de que as mudanças trazem algo/tudo de bom]
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* O 15/ * L 1

- Posso ver que tens uma grande quantidade de água na tua personalidade. A água não espera. Muda de forma e escorre à volta das coisas, e descobre os caminhos secretos em que mais ninguém pensou – o buraquinho através do telhado ou no fundo de uma caixa. Não há dúvida de que é o mais versátil dos elementos. Pode lavar a terra; pode apagar o fogo; pode desgastar uma peça de metal e varrê-la. Até a madeira, que é o seu complemento natural, não pode sobreviver sem ser alimentada pela água.
(…)
- Aqueles de nós que temos água nas nossas personalidades, não escolhemos os sítios para onde escorrer. Tudo o que podemos fazer é fluir para onde a paisagem da nossa vida nos levar.
- Calculo que eu seja um rio que embateu numa barragem.
- Sim, provavelmente isso é verdade – disse ela olhando para mim calmamente. – Mas às vezes os rios rebentam com as barragens.

[Memórias de uma Gueixa, Arthur Golden]

* R 11

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Dentro de vinte anos sentir-te-ás mais desiludido pelo que não fizeste do que por aquilo que fizeste. Desfralda as velas ao vento. Afasta-te do teu porto seguro. Aproveita os ventos. Explora. Sonha. Descobre. Vive!
_
Mark Twain
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[de algum lado; não me lembro onde pois já está há algum tempo guardado]

adenda: Esta citação não é, para mim, contrária ao destino em que acredito. Trata-se de escolhas: escolher dentro daquilo que o destino nos proporciona o de que melhor achamos para nós. Sonhamos, descobrimos, exploramos e vivemos na mesma e, para mim, de forma mais optimista (acreditanto num destino).

* M 5

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Gosto de andar de pijama. Gosto de acordar cedo e sair de casa pelo fresquinho. Gosto de cheiro a café e a bolos (que não como). Não gosto de café com açúcar. Gosto de música. Gosto de passear. Gosto de estar junto ao mar. Gosto de mantinhas. Gosto de chá. Gosto de noites de verão. Gosto de sumos de fruta. Gosto do pôr-do-sol. Gosto do nascer do sol. Não gosto de provérbios nem de rimas. Gosto de aprender. Gosto de estar sozinha. Não gosto de me sentir sozinha. Gosto de pêssego, melão e morango. Gosto do Verão. Gosto do Inverno. Gosto de me sentar debaixo de uma árvore. Gosto de fazer caminhadas sozinha. Não gosto de caminhos intermináveis . Gosto de crepes com chocolate. Gosto de teatro e de filmes. Não gosto de coisas complicadas. Gosto do frio. Gosto de sol. Gosto da chuva (desde que não em demasia no meu cabelo). Gosto de iogurtes. Não gosto de queijo. Gosto de castanhas assadas. Não gosto de hábitos. Gosto de andar de barquinho. Gosto de histórias (e estórias). Não gosto de fast-food. Gosto de cenouras. Não gosto de ervilhas. Gosto de livros. Não gosto de chaves. Gosto de liberdade. Gosto de rir. Gosto de sorrir. Não gosto de manias. Gosto do vento. Não gosto de confusões. Gosto da noite. Não gosto do fim da tarde. Gosto de escrever. Não gosto de cópias. Gosto da felicidade. Gosto de silêncios. Gosto de cidades e de campos. Não gosto de prédios. Gosto de gatos. Não gosto de máquinas. Gosto de malas. Gosto de viagens. Gosto de momentos. Não gosto de brilhantismos. Gosto de cheiros de baunilha, caramelo e framboesa. Não gosto de cheiros fortes. Gosto de janelas abertas. Gosto de roupas. Gosto de movimentos (involuntários). Gosto de estrelas. Gosto de poesias. Gosto de chorar. Gosto de falar. Gosto de conversas. Gosto de cores. Não gosto de barulho. Gosto de coincidências. Gosto de acreditar no destino. Gosto que sorriam para mim (e sorrir de volta). Gosto de simplicidades. Gosto dos sentidos. Não gosto de certos sentires. Gosto de viver. Não gosto de me sentir morta.
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Gosto-te e gosto-me...
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[andam textos como este por muitos blogs; este é o meu]
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* C 1/ * M 4

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E: por acaso foi um momento lindo, n foi?
E:os bons momentos
E: recordam-se sp
(...)
E1: posso raptar-te já que já tenho a fama de ser raptora por ti
E1: quer dizer, de ti
(…)
E: vais-me raptar?
E1: eu consigo raptar-te. Não duvides!
E: consegues tudo
E: (ou não) :p
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[velhinho; é o que faz a insónia]
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*O 14

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Diz que falta (apenas) um mês.

[porque (apenas) me apeteceu assinalar isto]
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* M 3

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Noites de verão perfeitas
são as em que abro a janela do meu quarto,
pego no livro e na música,

e sento-me
[tenho aquelas conversas contigo].

E depois,
salto para a janela -
uma perna para a rua,
(a outra depois)-
sento-me no chão,
[converso contigo,
partimos à aventura…].

Volto à realidade,
entro pela janela -
uma perna fora,
e a outra (já) dentro de casa -
e sinto
(na mais completa das sensações)
a noite [tudo].
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* O 13/ R 10

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Descobri na ilha do Pico uma tasca (snack-bar) com o mesmo nome aqui do sítio.
“Oh my god!” Que raio de “ o cantinho” o tal. Que aspecto asqueroso!
Tenho que vos fazer prometer que me avisam quando este cantinho ficar com um aspecto semelhante (pior do que agora). Prometem?


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Muito agradecida,
A gerência

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* M 2

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Nem título, nem palavras, nem descrição, nem [quase] fotografias...
Simplesmente não há nada que consiga abarcar tudo o que se sente, vê e sonha naquele sítio.
Se vale a pena? Completamente!
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[montanha da ilha do Pico, 2351 metros acima do nível do mar, 9 de Agosto de 2008]
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(até introduzo uma nova "marquinha" - Momentos)
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* R 10

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"Existem 4 coisas na vida que não se recuperam: a pedra depois de atirada, a palavra depois de dita, a ocasião depois de perdida e o tempo depois de passado. "

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[dou notícias no domingo ou segunda; desejem-me sorte!]

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"Fazes-lhe bem."


[deveria ter sido publicado na passada segunda-feira mas não tive oportunidade de cá voltar mais tarde]

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* O 12

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[rastinhos de sol, céu, mar e ilha...primórdios de lua, estrelas, noite e mistério(s)...]
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(6 de Agosto de 2008, 21h, Picos,Sto. Amaro)

* R 9

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"Não tentes apenas alcançar o teu sonho, simplesmente alcança-o."
personagem William no filme Coração de Cavaleiro
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* R 8

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Se há algo que (já) aprendi nos meus 18 anos de vida [para muitos, pouco; para poucos, muito], foi que existem certas palavras que só fazem mal e males na nossa vida, e todas elas são mais subtis que morte, armas, terrorismo ou vida. Todas elas estão já gastas pelo uso que as pessoas delas fizeram ao longo dos tempos.

E preparei uma resolução (quiçá revolução): não as pronunciar. Palavras como "sempre" e "nunca" - e outras similares- estão num estado latente na minha escrita [e na minha vida].

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* O 11

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"- Tenho medo do chão.
- Queres dizer alturas.
- Eu sei o que quero dizer! O que nos mata é o chão!"
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(daqui: http://herpurplesky.blogspot.com/)
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* O 10

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[encolher de ombros (ao jeito de criança; o meu) e sorriso no rosto - e não dos de "esconder o desgosto" mas dos de ser uma "criança" feliz]
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* O 9/ R 7

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“Depois da tempestade vem a bonança”

É-o: no final da tempestade chega sempre a calma, a bonança que nos apazigua e acalma a alma e nos profere que estamos prontos para enfrentar uma outra nova tempestade...

E é tão boa essa sensação… Tal liberdade e tal vontade de sentir tudo isso. Prepararmo-nos para uma outra tempestade… E sermos felizes…

Porque a vida é isso: sempre foi e sempre vai, felizmente, ser.

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* R 6

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Tudo mudou. Deixou de fazer sentido o "para sempre" que usávamos (sem pensar) sempre (para nos lembrar o que éramos um para o outro) porque, simplesmente, fazia parte de nós.

Chegou o dia em que compreendi que o “para sempre” que sempre tínhamos usado para nos definir não fazia mais sentido… "nós" não fazíamos mais sentido. E comecei a existir sem ti. Eu recomecei a existir como eu, não como “nós” de que eu fazia parte… Recomecei a sentir a liberdade e a felicidade de existir realmente para mim e só para mim… Ser só eu nos meus dias bons e maus e reaprendi que a felicidade não é uma esperança do futuro, mas sim uma conquista do presente… E que, sem ti, estou a conseguir recuperar esse conceito e aplicá-lo.

Nesse momento percebi... Percebi que não estava (e não estou) preparada para viver um “para sempre” com ninguém, nem o quero simplesmente… Já tinham começado as interrogações, as dúvidas, as hesitações. Tudo sabes que já tinham começado… mas estavas escondido na tua concha, à espera… à espera que o que já tínhamos vivido nos (te) valesse…. Mas não valeu. Agora tu também o sabes.
Eu já estava a começar a perceber há algum tempo que “nós” já não conseguíamos fazer “o sentido”… Somos diferentes e insistirmos em "nós" não faz sentido... Eu não o encontro nem estou preparada para que ninguém me ajude a encontrá-lo... (Nem quero!)

A partir desse momento percebi que contigo só queria ser dois: tu e eu. O "nós" não existia e não valia a pena forçá-lo a existir… Até porque assim, assim estava (e estou) mais feliz. Pode não (te) ser fácil perceber, afinal parecíamos a ter tanto e, quase de repente, tudo mudou. Eu mudei. E tu também mudaste, embora não o percebas. E vais mudar sempre…

O ponto final foi quase imperceptível, mas está lá... Aquele momento, o momento em que o percebi, foi tão ténue… mas existiu e mudou tudo... Já ninguém o tira. E por muito estranho que pareça, basta pensar um bocadinho… E consegue-se perceber que tudo faz sentido.
Faz tudo tanto mais sentido que “nós”.
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(Já devia ter sido escrito e publicado há umas semanas)

* O 8/ R 5

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“É tudo tão simples – disse eu – Tudo o que é forte e decisivo acontece como ter fome.”
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Aparição
Vergílio Ferreira
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* O 7

Se quisesse podia ter uma vida (e sonhos) considerados mais normais; se quisesse podia sonhar "baixinho" e acomodar-me à vida (medíocre, é certo para mim) de certas pessoas; se quisesse podia enveredar pelo sacrossanto típico casa-carro-estabilização na vida;

Mas não quero, não consigo, e não quero conseguir querer...

Quem conhece uma "pessoa normal" que tenta melhorar um 158 num exame nacional? Quem conhece uma "pessoa normal" que não sonhe nem tenha sonhado nem venha a sonhar com o casamento? Quem conhece uma "pessoa normal" que pense, à partida, em tirar 2 cursos superiores em áreas distintas com respectivos mestrados e doutoramentos?

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* O 6

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Imagina o trabalhão que tive, mas agarrei uma estrela só para ti. Somos amigos há tantos anos, muitos mais do que aqueles que já vivemos. Sei que só tenho dezoito anos, mas acho que nasci com uma alma antiga, porque olho para o mundo e vejo mais longe do que muitos conseguem alcançar.
Margarida Rebelo Pinto
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(sei que isto já foi demasiado visto em mim... mas isso não tem qualquer tipo de importância pois é o que me apetece postar: é o que sinto)
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* O 5/ R 4

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(...)
Por isso quando num dia de calor
Me sinto triste de gozá-lo tanto,
E me deito ao comprido na erva,
E fecho os olhos quentes,
Sinto todo o meu corpo deitado na realidade,
Sei a verdade e sou feliz.
Alberto Caeiro
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Posso não conseguir viver para sempre assim... até porque isso é o mais provável que aconteça. Mas entretanto, entretanto vivo. E sou feliz... E estou a conseguir ser feliz assim.
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Pode ser que seja uma fase transitória em que assim vivo, a aproveitar as "ervas"... É provavelmente como uma dieta: começamos muito bem, dura umas semanas, deixa de funcionar, engordamos novamente... But, who cares?
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O que realmente interessa é o resultado, e o resultado, neste caso, é uma paz de espírito que já não conhecia há bastante tempo. É o inolvidável facto de me sentir feliz (e tão livre!) todos os dias.
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* O 4

* O 3/ R 3

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Vou acreditar nos sinais [não me lembro da palavra que se adequa muito melhor] que o destino me der ... e decidir.

[Faltam 4 dias para a saída dos resultados dos exames nacionais da 2ªfase]

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* O 2

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Há dias em que compreendemos que o "para sempre" não existe. E isso não é assim tão mau quanto possa parecer...

[Adenda: Há O dia em que compreendemos...]

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* O 1

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É um teste de personalidade o que agora posto. Não é daqueles testes superfoleiros em que temos que responder a perguntas assim um bocado para o ambíguas e com respostas ainda mais confusas do que o que aquilo nos transmite (se lhe dermos confiança!)...
É um teste em que basta inserirem o vosso nome e é-nos explicado o nosso tipo de personalidade com base nos números! Simples e rápido.
Nunca fui muito de acreditar neste tipo de testes nem nada do género mas sempre tive em conta os símbolos que nos transmitem os números - os símbolos mais básicos; nunca me dei ao trabalho de gastar muito tempo a procurar os significados ocultos todos desta área.
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Cá vai: http://astrologia.terravista.pt/astro_numerologia.php
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E o meu resultado foi:
A personalidade 6 define pessoas de bom carácter, alegres, sensíveis e bondosas.
Muitas vezes o excesso de sensibilidade leva a que actuem com base em emoções o que traz penalizações e por vezes aproveitamentos.
São pessoas de bom gosto, com encanto e elegância naturais que muitas vezes é fonte de inveja para quem não tem estes dons naturais. A natureza artística nasce com eles.
Gostam de ser prestáveis e de ajudar quem precisa de forma totalmente desinteressada. Uma das suas dificuldades é lidar com o dinheiro pois têm pouca vocação para contas.
No amor, são ardentes e sinceros e sofrem grandes desgostos se se sentem enganados. Os choques emocionais podem originar estados depressivos.
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(Quem me conhece, sabe que é verdade...em parte... e mais não digo!)

* A 2

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Juntando o útil ao agradável, descobri num blog da blogosfera um jogo que só por si é giro e pode fazer-nos "perder" uns minutos em frente ao pc.
E porquê "perder"? É que eu não sou assim muito adepta de jogos (nenhum tipo mesmo!) mas...
Mas o melhor disto tudo é que por cada palavrinha acertada estamos a doar vinte grãos de arroz ao Programa Alimentar Mundial! Embora pareça, não é pouco!
Eu experimentei e consegui doar 3200 grãos (3,2kg).
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Muitas vezes queremos mas não sabemos como ajudar ou porquê é preciso fazer uma doação e não podemos, ou porque simplesmente nos falta informação e não sabemos o que fazer...
Aqui junta-se tudo isso! É fácil, ajuda e ainda aprendemos/praticamos inglês!
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Toca a experimentar! Joguem!
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* A 1

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Socorro!!
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São só músicas de amor, perdas e outras foleirices nas playlists do media player.
Nunca achei que tivesse tanta porcaria por ali. Que faço?
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* R 1 e 2

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Farta de músicas que falem de amor e amores com perdas e sofrimentos!
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Resolução n.º1: Lembrar-me de não ouvir esse tipo de músicas.
Resolução n.º2: Lembrar-me de apagar todas essas músicas do computador (não chega apagar da playlist do media player) para atingir a resolução n.º1.
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[ adenda: apagar QUASE todas essas músicas do computador ]

novo começo?

Aqui estou eu.

Por motivos pessoais, essencialmente por necessidade de sentir uma mudança em certos aspectos da minha vida, resolvi encerrar o outro blog e começar um novo como um "novo começo" e uma nova forma de estar na minha vida.