querido um de fevereiro de dois mil e onze ...

(...)

Mas, caríssimo dia um de fevereiro de dois mil e onze, sabes o que merecias, acima de tudo? Que se castrasse a grande puta que te pariu -- eu.
Agora faz sentido o fim do tal texto, ora se faz.

2 invasões:



murmuria disse...

Oh, se por um lado fico toda babada por voltares a citar o texto, por outro fico triste por te reveres nele. A ver se começo a escrever coisas mais felizes :D

∫µℓiع disse...

Até podes escrever coisas mais felizes e eu rever-me nelas. Mas, neste caso, isto acenta mesmo muito muito bem. A primeira parte para a primeira vez que o citei porque não era algo que eu pudesse ter controlado e esta para este dia porque eu podia tê-lo feito.
Obrigada! :D