* Cs 78/ P 12 / D 45

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Odeio clichés idiotas (1).
Odeio provérbios mais ditos que a antiguidade da Sé de Braga (2).
Odeio quando as pessoas só sabem dizer 1 e 2.
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Hoje é um daqueles dias em que odeio que se "metam" (aka falem) comigo de manhã.
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* Cs 77 / D 44

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Hoje é o último dia cá por este apartamento.
Digamos que foram bons tempos e digamos que foram os primeiros fora de casa e digo, orgulhosamente, que os sobrevivi (e vivi bem). ;)
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* Cs 76/ O 35

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Não é necessário contar a nossa vida toda. Os outros não têm nada que saber tudo o que se passa, pai!
OMG... quando cá tenho família e ando com eles a tratar de assuntos é que realmente vejo a forma como estou diferente e a forma como a vida é diferente em ambos os sítios por onde me divido. Tenho a noção de que já antes de cá viver fazia algumas coisas como faço hoje mas, claro, agora mais faço diferente do que o que se faz por lá. E, sobretudo, mais diferente penso.
É por isso que às vezes costumo dizer que "os Açores são um outro país".
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* Cs 75 / S 5

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Couchsurfing. Estou maravilhada!
Ouvi falar pela primeira vez pela Fi, que tinha ouvido pelo irmão. Acabei por não pensar mais nisso mas já tinha a ideia do que era.
Há pedacinho deu uma reportagem e fiquei de boca aberta.
Viajaram por 5 cidades com 500€ durante 15 dias. Que sonho!
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Vou ao site um dia destes ver. ;)
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* Cs 74

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"Possuir é perder. Sentir sem possuir é guardar, porque é extrair de uma coisa a sua essência " Fernando Pessoa
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* Cs 73 / D 43 / M 35

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Desde 3f (dia 21) até hoje, sábado (dia 25) foi uma semana (ok, uns dias para ser mais precisa) importante.
Só para cá ficar caso ainda não tenha sido possível de reparar e, mais ainda, porque eu gosto de registar tudo no meu cantinho.
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* Cs 72/ O 34/ P 11

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Todos estes posts aqui abaixo, sim, admitamos que este foi um dos dias em que mais escrevi, foram escritos primeiro no telemóvelzinho durante o dia e agora copiados para aqui. É o que dá ser pobrezinha e não ter internet no telemóvelzinho, internet essa que tanto jeito faria assim, às vezes. :P
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[telemóvelzinho ou telemovelzinho?!? :S]
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* Cs 71/ R 31

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Vou ali só ao lado roubar este post à Luna (hei!!! Eu consegui pôr a palavra numa hiperligação fofinha :p).
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Mudando ali umas coisinhas é essencialmente o que eu penso sobre o assunto. Já tinha pensado em colocar aqui esta minha opinião nas palavras da Luna mas hoje, e devido a uma notícia de algo como o que ela fala, foi o dia de o fazer.
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[E cá fica mais um bocadinho de mim; mais uma opinião importante]
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* Cs 70

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Hoje compreendi a minha embirração com os advérbios nosso e meu (depois de acordar da minha sestazinha e ficar a ouvir a minha mãe, através da alta-voz do telemóvel, a dizer ao meu pai para não nos esquecermos de encaixotar aquilo nosso, aquilo nosso, aqueloutro nosso, e mais aquele, e aquele ...).
Nós não nos esquecemos e não é necessário dar os pormenores todos nem estar sempre a falar em nosso. Às vezes é este tipo de coisas que me faz pensar que todas as pessoas são materialistas e querem é ter (sim, volto a dizer que não sou iludida para pensar que amor e uma cabana dá para vivermos).
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* P 10/ O 33

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"Doer-te a cabeça, filha, é da poluição. É da poluição, querida."
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Ó senhor meu pai, se fosse da poluição, e tendo em conta que cá vivi 9 meses, ter-me-ia doído a cabeça incessantemente durante esse tempo, não achas?
Paizinho, não se preocupe que não me doí a cabeça todos os dias que acordo por cá. ;)
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* P 9 / O 32 / Cs 69

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"Sempre que olho para si penso que se chama Joana. Você tem cara de Joana."
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Bem que o meu irmão implorou que me chamassem Joana. Tinha razão, pelos vistos e pela única vez (ok, talvez esteja a exagerar...) na sua vida, o rapaz. :p
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Do que eu me lembro [foi hoje de manhã algures na Almirante Reis a tratar de umas coisinhas importantes :p]... :p
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* S 4/ D 42/ M 34

[Edit do último post de ontem]
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Não me expliquei bem ontem. Fico contente, estou contente, mas é diferente quando se conquista um sonho por nós, só por nós, por aquilo que fazemos e acreditamos. É desse tipo de realização que quero ter na minha vida porque são elas que me fazem realmente feliz. São aquelas pelas quais eu luto para alcançar a felicidade.
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Talvez seja por ter tido esse outro tipo de coisas e não ter que lutar por elas que a minha vida é lutar por outras, pelas Outras. Talvez seja algo menos glorioso, menos valorizado pelos outros, não sei mas também não me interesso por isso.
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E continuam a existir as escolhas: escolher um futuro ligado à ciência vs um futuro com um qualquer curso, casamento e filhos. Não seria preciso excluir os 2 últimos para ter o primeiro futuro mas essa é uma escolha minha. E essa escolha (a do primeiro futuro) ajudará, da mesma forma, a ter as coisas pelas quais não tive ainda que lutar (e que, sejamos realistas e não vivamos de amor e cabana também fazem - menos - falta) mas que um dia, quando for grande, vou lutar.
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É também por tudo isto que eu sei que consigo.
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* Cs 68

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Viver em Lisboa. Quem me dera escrever tudo o que fui aprendendo. Fazemos assim: quando voltar para lá e sempre que aprender algo de novo, venho cá e escrevo por mais parvo que possa parecer (era isto que já devia ter feito).
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Para já lembro-me de:
- Descobri que a mesma rua pode ter diferentes códigos postais, basta mudar de quarteirão (palavra que conhecia o significado mas que não é usada pelas ilhas);
- Descobri que há umas quantas ruas/avenidas que a melhor forma de as percorrer é de autocarro;
- Descobri o que é o googlemaps e como o usar;
- Descobri para que servem as filas para carregar os passes nos guichets do metro e carris (sim, confesso que pensava que as pessoas tinham algo problema masoquista - "então porque é que elas não carregam nas maquinazinhas do metro? Super mais rápido! :S")
- Descobri o que é ser abordada na rua por tudo quanto é gente a perguntar/vender/saber tudo o que se possa imaginar;
- Descobri (ao fim de uns meses) que é algo que me faz sentir (quase já) normal ser tratada por você (nas ilhas praticamente ninguém trata um jovem, mesmo que não o conheça, senão por tu);
- ...
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* S 3/ D 41 / M 33


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Nota: Marquinha Sonhos só porque há sonhos (http://oblogdajulie.blogspot.com/2009/07/cs-62-s-2.html) e há sonhos que se tornam realidade antes de outros sonhos. Torná-los a todos realidade e sonhar com novos sonhos (perdoe-se a repetição) é o que tenho andado a tentar fazer da vida. ;)
Não é por ter ou para ter algo. É por poder ficar num cantinho e saber que fico lá por muito tempo, que lá posso pôr todas as coisinhas que (me) têm significado (e que, na maioria das vezes, apenas têm significado para mim) e que lá posso viver num espacinho.
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1 ano

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1 ano neste cantinho e 3 anos e 1/2 noutros cantinhos.
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Há pouco mais de 1 ano, a minha vida mudou bastante. Por ter mudado, mudei de casinha (= cantinho). [aqui--» http://oblogdajulie.blogspot.com/2008/07/novo-comeo.html]
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Hoje, passado 1 ano, mais ainda mudou. Mudou a forma de estar, mudou a forma de viver, mudou o sítio de viver, e tanto mais.
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[E hoje foi outro dos dias mais importantes da semana]
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* Cs 67/ M 31

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Ali prós lados dos amarelos, laranjas, rosas... Fazia-me jeito era um designer privado.
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[Como eu gosto de tentar fazer estas coisinhas (apesar de não ter assim muito jeito para a coisa)].
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* Um erro ali pelos laranjas é que não fica nada bem, meus senhores. E português da américa do sul nos verdes também não fica assim muito bonitinho num site português (não que eu tenha nada contra esse primeiro português; bem, e digamos, com a nova terminologia se calhar não é erro...)
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* Cs 66/ D 39/ Mús. 5

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A vida muda num segundo.
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Numa altura damos por nós a pensar e a afirmar para nós certas coisas. Nos segundos seguintes, as situações mudam. Tudo muda. E começamos a aceitar o que não aceitávamos, começamos a perceber que crescer significa mudar...
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[Ontem foi um dia importante; hoje outro]
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* P 8

20 e tal anos e vê Disney Channel (as pseudo séries irritantes como tudo).

20 e tal anos e sai à noite com uns quantos putos de 15/16.

20 e tal anos e faz asneiras como se tivesse 15/16.

Ele há coisas fantásticas, não há?

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Há outros (com a mesma idade) que fazem avançar o mundo e tentam melhorá-lo.

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[Fartinha das formatações do blogger: Parte XXX]

* D 38 / R 30

11 de Julho, 11.30 p.m.
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Hoje senti-me completamente, e pela segunda situação na minha vida, como “peixe fora de água”. No curso (a outra situação), no entanto, ainda conseguia respirar, apesar de me ter custado. Hoje, no casamento, acho que estava mesmo com uma falta de ar que, caso não nos tivéssemos ido embora, tinha possibilidades de se tornar muitoooo grave.
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Tentando não falar tanto por metáforas, os casamentos não me dizem nada. Há pessoas, e eu vi-as hoje, que choram de alegria. Outras há que se emocionam, distribuem sorrisos por tudo e por nada, falam com todas as pessoas que conhecem (e cumprimentam as que não conhecem), forçam o riso, tudo para parecerem, ok e muitas estarem realmente, felizes ali.
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Que me perdoe quem tiver que perdoar mas eu não consigo estar feliz nem, porque sou assim, parecer feliz. Lá sorrio uma vez ou outra, lá digo um olá ou outro, porque sim, eu esforço-me!
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O facto de não pensar em casamento como algo que quero, o facto de odiar andar de vestido e de saltos (embora, tenho que admitir, as minhas sandaliazitas de cunha são umas queridas que não magoam), o facto de não gostar assim muito nem me sentir minimamente à vontade entre tantas pessoas são, resumidamente, os principais factores que não me fazem sentir lá muito bem em casamentos.
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Eu disse hoje aos meus pais durante o casamento “Eu sei que vocês não me levam a sério porque eu tenho metade da vossa idade, menos até, mas eu digo-vos, eu não me vou casar. Isto não me diz absolutamente nada!”
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Eu acho que não consigo descrever todo o desespero que senti hoje e penso que quem me conhece é capaz de perceber do que eu falo. Não consigo, acho, descrever toda a vontade de fugir dali a 7 pezinhos.
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De referir que este aspecto é dos da minha adolescência (adolescência como o momento em que construímos a nossa personalidade) que se mantém.
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Obrigada (pelo respeito pelo que eu penso)!

* Cs 65

Se um tem um futuro definido mas faz asneira atrás de asneira, o outro anda a tentar saber o que quer do futuro (e a afirmar coisinhas como a posição quanto ao casamento).

Aceitam-se comentários sobre qual dá mais dores de cabeça aos pais..

* O 31/ P 7

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E como eu não tenho tempo agora para estar por aqui a tentar fazer formataçõezitas a um post maiorzito e a editar post, editar post, editar post (rai' do blogger!), fica para depois a publicação de um textozito sobre o casamento de ontem.
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* M 30/ O 30

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11 de Julho, 4.20 a.m.
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Às vezes tenho medo de tocar nas coisas e elas puff, desaparecerem como bolinhas de sabão.
Às vezes tenho medo que as coisinhas boas sejam demasiado efémeras e não durem o bastante para eu ser feliz.
Aproveitar o momento? Sim, mas e se ele for tão efémero que não se possa chamar de momento memorável (como devem ser todos os momentos)?
Aproveitar o momento? Sim, pelo menos, e mesmo que ele não possa ser chamado de memorável, algum resquício há-de ficar. E, enquanto esse pedacinho não desaparecer (e muitas vezes só desaparece porque não se luta para ele permanecer), sorrir porque ele aconteceu.
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Acordei a pensar sobre isto durante a noite. E, como alguém disse que se deve fazer, tinha um bloquinho ao lado e, tcharam, apontei.

* P 6


O blogger hoje está mais impossível de sobreviver do que o Colombo aos fins de semana!
Rai's parta! São as formatações, são os erros, etc.
Não me digam que vou passar a ter que fazer como faço em relação aos centros comerciais principalmente ao fim de semana (que já, digamos, pouco visito mesmo sem ser ao fim de semana).
Põe-te bom, blogger, pois eu gosto de cá ir passando.
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* Cs 64 / D 37 / R 29

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[Deveria ter sido publicado na 6f, 10 de Julho, depois de 3 dias a estar diariamente com a minha avó e a dormir em casa dela (daí que não tenha tido tempo antes).]
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1. Posição quanto ao casamento religioso – a obrigatoriedade, as tradições (“Sempre se fez assim. É por isso que se deve fazer assim”).
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2. Sexo antes do casamento - a proibição, a vergonha, a falta de decência, a impaciência, a desgraça da rapariga, entre outros.
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3. Doenças e crenças de que “não mexer é melhor” porque se conhecem exemplos de x, y e z pessoas em que se mexeu e pronto, “foram-se, coitadinhos”.
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4. Tomar medicação de outras pessoas porque a elas faz-lhe bem (“então porque não há-de fazer a mim?”)
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5. Complicações e problemas por coisinhas tão mínimas como “A mãe não me trouxe a escova de dentes nova! E agora?”; coisinhas que nós, com as vidas que temos, não ligamos porque se ligássemos, aí que iríamos estar sempre com a cabeça ainda mais cheia.
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Há coisas, estas coisas, que me fazem agradecer por ter nascido quando nasci; isto significa, por um lado (e pelos 2 primeiros tópicos) conseguir pensar por mim própria sobre as coisas, ter uma opinião e acreditar nela; significa, por outro lado (quanto aos 2 tópicos seguintes) ter formação para perceber que as coisas não são como as dizem; finalmente (e quanto ao último tópico) ter uma vida preenchida, com preocupações, a dar importância ao que mais tem e a não deixar que certas coisinhas me (nos) incomodem porque, simplesmente, não são coisinhas em que pensemos.
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* Cs 63/ D 36

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Hoje percebi o que é o efeito placebo (google it! que eu não sei pôr hiperligações fofinhas em palavras).
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É caso para dizer que se aprende quando se passa pelas experiências.


* D 35 / C 9 / M 29

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3 horitas (quase) de conversas ao telemóvel com pessoas que me são muito, e são-no há não muito tempo, fazem-me ter a certeza de que tudo valeu a pena; fazem-me acreditar que as mudanças são, no geral, positivas desde que saibamos aproveitar ao mais ínfimo pormenor todas as partes boas que nos trazem e, muito importante, só lembrar as menos boas para ver o quanto aprendemos e crescemos.
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Como eu gosto de vocês!
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Ps: Caso tivesse em Lisboa, ontem (ok, ok, esta noite, hoje já) tinha pegado no pczinho e este post teria sido escrito. Isto apenas para dizer que ele tem mais sentido quando lido com menos umas (18) horas do que as da sua publicação.
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* Cs 62/ S 2

163.
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Chegará?
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[Há coisas que não esperamos e outras que tais... :)]
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Ps: Devia ter sido publicada ontem mas isto de não viver sozinha agora e de não ter trazido o meu pczinho queridinho faz com que não tenha acesso ao pc sempre que quero.
Ps 2: Estou tão completamente farta das formatações de porcaria do blogger! Ai que porra pá! :@
Ps 3: Estou com tanto cálô!! :S
´.

* D 34

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[Para completar/melhorar a ideia do post anterior]
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Não há nada da minha vida que mude alguma coisa com o passar dos últimos dias e é também por isso que não tenho cá escrito nada.
Às vezes nada vai mudando mas escrevemos; outras vezes esse factor juntamente com outros fazem com que nem escrevamos.
Às vezes apetece-nos escrever sobre o que sentimos mesmo quando estamos mal ou então quando estamos imensamente bem; outras vezes não.
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*D 33 / O 29

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Lá por não escrever todos os dias por aqui, ou pelo menos com uma regularidade assinalável, não significa que me tenha esquecido que tenho um blog. Não significa também, infelizmente, que esteja menos dependente da internet do que o que estava há umas semanas atrás quando a vontade para estudar, em Lisboa, se reduzia a pouco, muito pouco.
Significa simplesmente que não tenho nada para dizer, que não encontro nada para dizer.
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*P 5/ Cs 61

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Ontem fizeram-me o primeiro stop desde que tenho carta.
O polícia manda-me parar e eu, ao dar pisca, acendi os máximos. xD
O homem deve ter achado que tinha enfrascado alguma coisa porque após ver documentos e da pergunta da praxe disse-me para o acompanhar para fazer o teste. E lá fui eu. 0.00! :D
"Boa Noite, obrigada e continuação de boa viagem." E lá fui eu, sem ligar as luzes (lol).
O meu irmão diz-me "Mana, liga as luzes!". E a minha pergunta foi "O polícia vem atrás de mim porque não as liguei? [risos]"
Lolol
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